quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Hospital Central se transforma em lixão de documentos oficiais

Esta é do site RDNews:

Laura Nabuco

Conforme reportagem exibida no RDTV, o lixo produzido pelo Centro Político Administrativo vem sendo depositado no terreno abandonado onde seria construído o Hospital Central de Cuiabá. Imagens capturadas pela equipe, mostram um verdadeiro lixão, com amontoados de papéis de diversos órgãos públicos.


Documentos oficiais de secretaria de Fazenda (Sefaz) e do Tribunal de Contas (TCE) aparecem nitidamente expostos. O que mais intriga, é o fato de não haver nenhum tipo de reciclagem destinadas aos papéis. Além disso, eles ficam dentro de sacos pretos sem qualquer tipo de armazenamento para uma possível coleta.

O Hospital começou a ser construído em 1985 e até hoje permanece com as obras paralisadas. Não há previsão de término do projeto. O Ministério Público Federal aguarda a sentença sobre ação que levou à Justiça os indícios de desvio de recursos. As investigações do MPF revelaram ilegalidades na execução das obras do empreendimento, um suposto crime contra o erário.

COMENTÁRIO DO MSD

- Pois não é que arrumaram uma serventia para o esqueleto do Hospital Central ????? Já tinhamos o caso de um hospital comprado pelo Governo do Estado na gestão Blairo Maggi que virou estacionamento de ambulâncias (São Thomé). Agora o futuro Hosp. Central virou lixão ao invés de receber doentes !!!!


Cuidado para que o Governo Silval não resolva depositar os doentes nos lixões !!!

Prédio de escola deve ser integrado ao PS

ALECY ALVES

O governo do Estado quer aproveitar o prédio da Escola Estadual Emília de Figueiredo, na rua General Vale, e doar a área a prefeitura de Cuiabá para que o Pronto-Socorro e Hospital Municipal (PSHMC) possa ser ampliado.

COMENTÁRIO DO MSD:

- A proposta de usar parte do terreno da escola estadual vizinha do HPSMC para construir um novo bloco e interliga-lo ao 2º andar do prédio atual do PS foi apresentada a SES – MT na gestão LS mas foi boicotada por Augustinho Moro e Ságuas Moraes, então secretários de Saúde e de Educação do governo Blairo Maggi. É a melhor opção para ampliar leitos do HPSMC.


O anúncio aconteceu, durante a visita do governador Silval Barbosa, do secretário estadual Pedro Henry e do prefeito Francisco Galindo ao PSHMC para assinatura do documento que assegura o repasse de R$ 1,5 milhão do orçamento estadual para a reforma da Ala Verde da unidade, o setor de internação que dá suporte aos atendimentos de emergência.


Silval Barbosa disse que a Saúde está sendo planejada visando o fortalecimento da rede própria e da conveniada. “Não temos como fazer planejamento sem prever ações emergenciais”, observou, informando que o Estado faz intervenções em regime emergencial para ampliar o número de leitos nos hospitais da Capital e em outros municípios da Baixada Cuiabana.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Pronto-socorro precisa de 300 leitos; governo promete doar 85

O site RDNews publica:

Laura Nabuco e Sissy Cambuim

Em visita ao Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC) nesta terça (15) o governador Silval Barbosa (PMDB) assinou um convênio com a prefeitura da Capital para a implementação de mais 85 leitos na ala verde da unidade, que encontra-se em reforma, com previsão de conclusão para o próximo mês. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Maurélio Ribeiro, atualmente faltam cerca de 300 vagas no HPSMC.



“Esses leitos ainda não são suficientes para atendermos a nossa demanda, mas com as vagas conquistadas por meio de convênios, vamos amenizar a situação”, informou Maurélio. Para Silval, o investimento de R$ 1,5 milhão no HPSMC demonstra que a saúde é prioridade em seu governo. Na mesma ocasião, ele anunciou uma parceria com o Hospital Santa Helena no valor de R$ 2 milhões para a oferta de mais 80 leitos para a saúde pública.


COMENTÁRIO MSD:
É isso aí : prioridade é por dinheiro nos empresários da saúde, pseudo – filantrópicos e pseudo – beneficientes, que selecionam pacientes, internando o que querem, o que dá lucro !!!!!


O secretário municipal explica que, antes de dar início à reforma do subsolo do HPSMC, foi realizado um planejamento para atender a demanda de Cuiabá. “Nosso planejamento furou por causa da paralisação do atendimento do Pronto-Socorro de Várzea Grande”, defendeu. Até o final de semana, a pasta informou que 73 pacientes estavam acomodados em “leitos” improvisados no local.


Diante da situação, o governador se reúne, ainda nesta terça, com o procurador-geral do município, Fernando Biral, para avaliar as pendências judiciais em relação à escola estadual localizada ao lado do HPSMC. A ideia é resolver o impasse o quanto antes para que a estrutura seja agregada à unidade de saúde para a implementação de mais 70 leitos no local.


COMENTÁRIO DO MSD:
A proposta de usar parte do terreno da escola estadual vizinha do HPSMC para construir um novo bloco e interliga-lo ao 2º andar do prédio atual do PS foi apresentada a SES – MT na gestão Luiz Soares mas foi boicotada por Augustinho Moro e Ságuas Moraes, então secretários de Saúde e de Educação do governo Blairo Maggi. É a melhor opção para ampliar leitos do HPSMC.


Mesmo que encontrem uma solução e coloquem em pratica o plano, estes 70 leitos, somados aos 85 que serão implantados no HPSMC por meio do convênio assinado nesta terça, ficam pouco acima da metade da demanda apontada por Maurélio. Ele estima que cerca de 40% dos pacientes da unidade são oriundos de outros municípios.


A esperança de solução, por parte do Governo, fica na inauguração, prevista para o mês de maio, do Hospital Regional, em Várzea Grande. Apesar da conclusão da reforma da ala verde do HPSMC ser para o próximo mês, Maurélio já adiantou que o setor só deve entrar em funcionamento a partir de abril. “Março é o prazo apresentado pela construtora, depois disso, precisamos limpar e equipar o local”, explicou.

SES vai ‘privatizar’ hospitais públicos

A reportagem é do Diário de Cuiabá:
ALECY ALVES


A Secretaria Estadual de Saúde (SES) vai terceirizar a gestão dos quatro hospitais regionais mato-grossenses, sediados nos municípios de Sorriso, Cáceres, Rondonópolis e Colíder, além do Metropolitano de Várzea Grande.


As unidades hospitalares poderão ser administradas por instituições privadas, filantrópicas e de pesquisa em saúde, selecionadas por meio de concorrência pública. Mesmo assim, o governo não admite que esse modelo de gestão seja tratado como privatização dos serviços de saúde.


Na próxima semana deve acontecer o lançamento do primeiro edital de licitação. Será para contratação da instituição que assumirá o Hospital Metropolitano, construído na cidade de Várzea Grande. De propriedade da prefeitura, o Metropolitano foi transferido para o governo do Estado há menos de uma semana. A assinatura do termo de comodato, válido por 10 anos, aconteceu na quinta-feira, dia 10.


As discussões sobre a terceirização do Hospital Regional de Rondonópolis estão bem adiantadas com um instituto ligado a uma rede de universidades particulares espalhada por todo o país.


Já em outras regiões, como Cáceres, a ideia seria transferir o hospital para alguma instituição, desde que também sirva como unidade-escola para o curso de Medicina que está em debate na Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat).



O novo secretário de Saúde, Pedro Henry, já visitou os hospitais regionais de Sorriso, Rondonópolis e Colíder e está com viagem programada para a unidade de Cáceres.



Conforme a assessoria de imprensa da SES, Pedro Henry vai transformar o Metropolitano de Várzea Grande em Hospital Regional e usá-lo como piloto na proposta de terceirização.


Em grandes cidades onde não há hospitais regionais o secretário discute outras medidas de melhoria da assistência médico-hospitalar à população. Em Sinop, por exemplo, ele pleiteia a criação do curso de Medicina e um hospital-escola ligados a Universidade Federal. Esse assunto foi tema do encontro que Pedro Henry manteve dias atrás com a reitora Maria Lúcia Cavalli Neder.


COMENTÁRIOS DO MSD:


- Fica clara a opção política da SES em abdicar da gestão de suas unidades e terceiriza – las para entidades ditas filantrópicas ( atenção, cuidado com as filantrópicas) . Essas instituições tem como objetivo o lucro e portanto precisam reduzir custos ( selecionar doentes, restringir exames e medicamentos, etc...) e aumentar receita ( incluindo fraudar o sistema com superfaturamentos e “ginásticas” com a tabela SUS). Ou seja , dinheiro público no ralo dessas instituições ....


- Cáceres e Sinop não dispõem de uma rede de saúde incluindo profissionais necessários para montar cursos de medicina, o que alíás vem sendo alvo de controle por parte do MEC e de entidades médicas preocupadas com a má qualidade do ensino nas centenas de faculdades que proliferam por aí. Observar também que instituições de ensino e pesquisa tem uma menor produção de serviços assistenciais por se dedicarem també (e as vezes até prioritariamente) as atividades de docência e pesquisa.

Silval confere precariedade do PS e para ‘remediar’ libera R$ 1,5 milhão

O site Olhar Direto diz:

Da Redação - Pollyana Araújo


O governador Silval Barbosa (PMDB), após visita in loco ao Pronto-Socorro de Cuiabá, garantiu a liberação de R$ 1,5 milhão para a reforma daquela unidade, cujo teto desabou na semana passada, e, em parceria com o secretário de Saúde, Pedro Henry, pretende estudar um novo modelo de gestão para o setor.


Para a implantação de um novo padrão de saúde pública no Estado, o peemedebista vai até Barretos, no interior de São Paulo, para conhecer as instalações do Hospital do Câncer, tido como referência nacional no tratamento ao câncer.


Com a verba, o chefe do Executivo disse que será possível ampliar mais 75 leitos na unidade de saúde, que enfrenta graves problemas, como superlotação e precariedade na estrutura.


Por enquanto, a administração Silval tenta fazer alguns “remendos” junto com os municípios e a iniciativa privada. Na semana passada, também anunciou a destinação de R$ 1,5 milhão ao Pronto-Socorro de Várzea Grande e assumiu a gestão integral do Hospital Metropolitano, no Cristo Rei.


Ele adiantou também sobre a assinatura de um convênio com o Hospital do Câncer de Cuiabá e a liberação de R$ 1,4 milhão à instituição, assim como irá fazer com o Hospital Santa Helena.

COMENTÁRIO DO MSD:- Repasse para os hospitais privados : 3,9 milhões ( Santa Helena ,25 mi + Câncer 1,4 mi ) X hospital público : 1,5 milhão. Goleada para os privados !!!!! Isso é que é governo com espírito público !!!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

MSD promove fórum sobre "A crise da assistência médico-hospitalar em MT"

O Movimento Saude e Democracia ( MSD) está completando I ano de existência. Tristemente, verificamos que a crise da saúde em nosso Estado está piorando cada vez mais. Esta constatação reforça a necessidade de que todos nós, compromissados com o SUS, precisamos engajar-nos mais ainda em esforços que efetivamente venham a propiciar melhorias em seu funcionamento, impactando positivamente na saúde de nosso povo.
No momento, vivenciamos mais um capítulo da grave crise que atravessa a assistência médica em Mato Grosso, especialmente em Cuiabá e Várzea Grande sem que haja uma demonstração por parte dos gestores de firme e imediata disposição em reverter tal situação, com uma visão complacente e omissa dos órgãos controladores O MSD, para. comemorar" seu primeiro aninho de vida, convida você para que em 26/02/2011, sábado, as 09h, no Plenarinho da Câmara Municipal, discutirmos essa situação e definirmos linhas de atuação e exigirmos das autoridades uma solução para esses gravíssimos problemas .

Comissão Executiva Provisória

UMA SAÚDE PUBLICA PARA A COPA DE 2014

Wagner Simplício

O Sistema Único de Saúde é o maior avanço social presente na constituição brasileira, graças a ele 85% dos brasileiros tem acesso à saúde, consultas, exames, medicamentos, internações, cirurgias e diversos tratamentos. O restante dos 15% da população que não procura o SUS para assistência, também é coberta pelas atividades da Saúde Publica através da promoção à saúde como vacinas (crianças, idosos, adultos), saúde animal (controle das zoonoses), através das ações de controle e fiscalização nos portos, aeroportos, supermercados, clinicas, hospitais ou consultórios, na fiscalização da água de abastecimento, na fiscalização dos alimentos, medicamentos e produtos hospitalares, etc.



Apesar da grandiosidade das tarefas impostas ao SUS, temos assistido um processo de diminuição de investimento por parte do governo federal e o aprofundamento da crise da saúde durante o governo Lula. Inclusive sua inércia para regulamentar a emenda constitucional 29 que garantirá fontes permanentes de recursos públicos para a saúde. Parte desta inércia pela oposição de setores da equipe econômica em ampliar verbas para a saúde.


Por outro lado a apatia do governo estadual frente à saúde publica, onde nos oito anos de governo Blairo pouco fez pela saúde em Mato Grosso. Os últimos avanços no campo da saúde em Mato Grosso foram durante o governo Dante apresentando uma diretriz clara no fortalecimento da atenção básica, na estruturação da rede secundaria e nos projetos de ampliação da rede hospitalar publica e no fortalecimento de mecanismos de controle e fiscalização.


No estado de Mato Grosso não existe estrutura hospitalar estadual nem federal de grande porte para atender a população. O Hospital Universitário da UFMT tem o caráter de ensino e o hospital estadual-Central é um esqueleto abandonado no Centro Político Administrativo. Onde a administração estadual propôs transformá-lo em sede de escritórios burocráticos e abandonar sua finalidade em funcionar como estrutura hospitalar, ampliando a quantidade de leitos públicos tão necessários ao nosso estado.


Nos últimos anos tivemos o fechamento de diversos hospitais em nossa capital entre eles, os hospitais Santa Cruz, Modelo, São Tomé, Clinicas (antigo Neurológico) e a desativação de outros menores. Alem destes vários hospitais pelo interior do estado encerraram suas atividades. Neste mesmo período tivemos um aumento significativo da população de Mato Grosso. Estima-se que atualmente temos um déficit de 400 (quatrocentos) leitos hospitalares.


Com a realização da Copa 2014 em Mato Grosso é o momento de garantir que a pauta da saúde seja inserida neste projeto. Sem duvida que são importantes novos viadutos, alargamento de avenidas, corredores de transporte publico, aeroporto moderno, mas temos que apresentar um projeto de investimento para dotar Cuiabá e Várzea Grande de uma infra-estrutura hospitalar de saúde até 2014. Para tal devemos garantir investimentos necessários para cobrir a deficiência de leitos hospitalares na região metropolitana assim como em Mato Grosso.


Devemos garantir por parte do governo federal a construção do novo complexo hospitalar da UFMT, do governo do estado o término do Hospital Central do Estado, seu equipamento e lotação de pessoal para referência em média e alta complexidade, a ampliação das policlínicas de Cuiabá e Várzea Grande. Principalmente a transformação da Policlínica do Verdão em hospital de urgência e Pronto Socorro (traumas), utilizando a área anexa e a construção de um heliporto para desembarque de pacientes. Como a reforma do Hospital e Pronto Socorro de Cuiabá e o Pronto Socorro de Várzea Grande dotando-os das condições de funcionamento de acordo com as normas técnicas e os padrões sanitários.


Esperamos que o governo do estado, junto com a assembléia legislativa e as administrações de Cuiabá e Várzea Grande realizem o esforço de efetivamente dar um choque de gestão na saúde publica de Mato Grosso e com este esforço constituir nosso SUS de uma rede hospitalar que contribua hoje com o fim das filas e esteja efetivamente estruturada para a realização da Copa de 2014.


Wagner Simplício, membro do Movimento Saúde e Democracia

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Instituto Lions não opera de graça. Porque o Governo também não investe em unidade pública?

Em outra reportagem, o Diário anuncia construção de um mega hospital de olhos:




Da Reportagem


Está em construção em Cuiabá, no Centro Político Administrativo (CPA), o hospital que deverá ser o maior na especialidade de oftalmologia da América Latina.

Orçado em R$ 3,1 milhões, o novo hospital é um projeto do Instituto Lions da Visão. A expectativa do Lions é que as obras sejam concluídas em julho e que receba os equipamentos necessários para começar a funcionar plenamente ainda este ano.

Para construir esse hospital, Instituto Lions da Visão recorreu às emendas parlamentares na Assembleia Legislativa. O presidente do Lions, Whady Lacerda, explicou que na gestão passada cada deputado estadual fez uma proposta de emenda dentro do orçamento do Estado destinando R$ 50 ao projeto. O governador Silval Barbosa, então deputado, foi o que propôs o maior valor, R$ 300 mil, observou Lacerda.


LIONS - Instituição da Visão é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, que está este ano completando 10 anos de atividade em Mato Grosso. Nesse período, até dezembro de 2010, fez 176 mil consultas, 40 mil cirurgias e doou 58,5 mil óculos.

COMENTÁRIO DO MSD:
- Pena que o Governo não tenha coragem para investir tais recursos em uma unidade pública – portanto comandada pelo poder público – onde todos sejam atendidos igualmente .


- Por mais meritório que seja esse trabalho filantrópico do Instituto Lions, ele não é feito de graça. Seria interessante divulgar os valores que o SUS paga ao Instituto e os honorários dos médicos que lá operam.

Comissão quer ouvir Henry na próxima 4ª: Obrigação do secretário e apontar provas de irregularidades


O Diário de Cuiabá também traz:


Os membros da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento das Execuções Orçamentárias (CFAEO) vão se reunir na próxima quarta-feira, a partir das 14h, na sala de reuniões “Luis Carlos Campos” para a instalação da nova comissão que vai atuar no biênio 2011/2012, com a definição do novo presidente, relator e membros titulares e suplentes. Na oportunidade, o secretário Pedro Henry deve comparecer para explicar aos deputados sobre os contratos que teriam sido supostamente superfaturados na Pasta. Os novos membros também vão analisar a mensagem 365/10, do governo do Estado, que revisa o subsídio dos servidores dos órgãos dos serviços auxiliares do Ministério Público, bem como os inativos e pensionistas.

COMENTÁRIO DO MSD:
O secretário Pedro Henry tem o dever cívico de levar as provas que tem de tais irregularidades. Se não levar, prevaricou. Se levar, espera-se que tal Comissão sirva para alguma coisa, o que a diferenciaria de tudo que (não) se fez na AL até hoje.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Governo prioriza a Copa em detrimento da saúde em MT

O Diário de Cuiabá traz esta nota:



Na segunda-feira (14), às 16h, o governador Silval Barbosa (PMDB) e a bancada federal de Mato Grosso em Brasília vão participar de uma audiência com a presidente Dilma Rousseff (PT). No encontro será assinada a minuta para que a administração do aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, passe a ser do governo do Estado, e não da Infraero, como é em todo o país. Este será o primeiro encontro do peemedebista com a presidente, após a posse no dia 1º de janeiro passado.

COMENTÁRIO DO MSD:

É lamentável que com a saúde pública em frangalhos, a prioridade de nossos governantes seja a copa do mundo. Para eles, a saúde pública não significa nada, pois eles tem outros recursos para atendê-los quando ficam doentes. Para que depende do SUS só resta a fila da morte. Lamentável.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Secretário diz que hospitais excluem pacientes do SUS. Cadê o MP?

Diz A GAZETA: Aqueles que necessitam de atendimento de baixa complexidade são "desprezados"



Tania Rauber


Da Redação


Os hospitais conveniados do Sistema Único de Saúde (SUS) em Cuiabá se negam a receber pacientes que necessitam de procedimentos de baixa complexidade. A afirmação é do secretário municipal de Saúde, Maurélio Ribeiro. Segundo ele, existem 1.100 leitos credenciados para receber pacientes do SUS, porém, nem todos estariam sendo utilizados.


A explicação, conforme ele, é dada pela grande diferença nos valores pagos pelos serviços de alta e baixa complexidade. Os valores são estipulados pelo Ministério da Saúde."Quando são pacientes de alta complexidade, os hospitais querem, mas quando é de baixa complexidade, eles não têm tanto interesse".


Os pagamentos são feitos de acordo com o uso. Em dezembro do ano passado, de acordo com o Banco de Dados dos SUS (Datasus), foram autorizadas 3.482 internações em Cuiabá. Cada uma custou, em média, R$ 1,3 mil. Já os casos de alta complexidade custaram, também em média, R$ 5,5 mil cada.


Segundo Maurélio Ribeiro, a utilização dos leitos é fiscalizada pela própria Secretaria de Saúde e monitorada pela Central de Regulação, para evitar que, mesmo conveniados e com demanda, os leitos fiquem desocupados.


A falta de leitos é apontada como o maior problema para o caos na saúde pública em Mato Grosso. O promotor de Justiça e Cidadania, Alexandre Guedes, disse, durante visita às obras de reforma do Pronto-Socorro de Cuiabá, que deve exigir tanto do Estado quanto dos municípios a contratação de mais leitos, já que é um problema antigo que se agravou com a interdição do box de emergência no Pronto-Socorro de Várzea Grande.


Essa unidade, de acordo com a prefeitura, é responsável por mais de 18 mil atendimentos ao mês de pacientes de mais 50 municípios e também da Bolívia. "Se tivesse tido metade do empenho que se teve para trazer a Copa do Mundo e os estádios à Cuiabá, os problemas da saúde já teriam sido resolvidos".


O resultado é a internação de pacientes nos corredores, macas e até no chão por falta de espaços adequados. Ele lembrou que diversas ações já foram ajuizadas para melhorar o atendimento aos cidadãos mato-grossenses, mas pouco se fez. "A reforma aqui no PS é resultado do trabalho da Promotoria, assim como várias outras ações".


Guedes pediu a direção do PS de Cuiabá o relatório com o número de pacientes oriundos da Capital, de Várzea Grande e do interior do Estado nos últimos 60 dias.


"Assim poderemos ver onde está o problema, se realmente é por causa do grande número de pacientes que vem de fora, e buscar as soluções".


Mato Grosso possui uma longa fila de espera para internações e intervenções cirúrgicas, informação apontada pela CPI da Saúde no ano passado. Da cada 10 leitos, 8 são formados por motociclistas vítimas de acidentes de trânsito. (Colaborou Fernando Duarte)



Ainda sobre o SUS/Cuiabá, o site O DOCUMENTO publica:

Galindo e MP vistoriam reforma do pronto-socorro; conclusão em março


Da Redação


O prefeito Chico Galindo e o promotor de justiça Alexandre Guedes visitaram as instalações do Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, na manhã desta sexta-feira (11.02). O prefeito convidou o membro do Ministério Público Estadual para “conhecer a realidade do hospital” e as obras que estão sendo executadas no piso inferior da instituição. “Quero que todos saibam qual a real situação do Pronto Socorro, o Ministério Público tem o dever de cobrar serviço de qualidade e estamos aqui para mostrar nossas dificuldades e o que estamos fazendo”, explicou Galindo.


O piso inferior do maior hospital da capital está em obra há dois meses, a conclusão é para o mês de março. Está sendo criada uma nova estrutura de acomodação num amplo espaço. São 1.620,47 m² de área de construção. Com a entrega da reforma piso inferior, os usuários poderão contar com mais 42 leitos, 33 cadeiras de observação, quatro enfermarias , consultórios com especialistas (oftalmologistas e ortopedistas), laboratório, banco de sangue e nova recepção para atendimento.


Durante a visita, o promotor Alexandre Guedes solicitou ao secretário municipal de Saúde, Maurélio Ribeiro, um relatório sobre os atendimentos feitos pelo PSM de Cuiabá. “Queremos saber quem são esses pacientes, de onde eles vêm, quantos são do interior do Estado, para que possamos dar os encaminhamentos” , explicou o promotor. Segundo ele, a interdição do Pronto Socorro de Várzea Grande e a falta de estrutura no setor de saúde dos municípios do interior do Estado, também são fatores responsáveis, em grande parte, pelas deficiências no PSM de Cuiabá.


A Prefeitura de Cuiabá está pagando cem leitos em hospitais da capital para atender pacientes que chegam ao PSM da Capital. “Estamos pagando um valor maior do que do SUS a estes hospitais para poder atender essas pessoas”, explica Galindo. Ainda assim, o pronto socorro tem hoje 73 leitos improvisados

COMENTÁRIAO DO MSD

- É o que dá não ter leitos públicos...... . A Secretaria tem mecanismos através da Regulação e do Jurídico para exigir que os contratados cumpram o pactuado e obedeçam aos encaminhamentos, aplicando multas e denunciando tais casos aos órgãos de fiscalização pois caracteriza-se discriminação ( econômica) de pacientes. Basta ter coragem e disposição.


- Por que não divulgar a lista de espera, os encaminhamentos e as “rejeições “ ao Conselho Municipal de Saúde, Ministério Público , Conselhos Profissionais e promover fiscalizações e auditorias para verificar as razões de recusa ? Coragem Secretário !!!!


- As soluções propostas sempre passam por fortalecer o setor privado !!!!!!!! Será que ninguém pensa em fortalecer o setor público ?


- Contratar mais leitos privados no cenário atual de descontrole, negativa de atendimentos, privilegiamento da alta complexidade é apenas repetir os mesmos atuais erros e gastando mais dinheiro ainda . Ô visão míope ... Vamos reforçar o setor público que não discrimina , que não qualifica os pacientes do SUS como “osso” , “carne de pescoço” , “jacaré “ e outros epítetos infamantes. Vamos reconstruir o público, com novas práxis !!!


-Seria bom divulgar quais são os hospitais que estão recebendo “tabela” especial e quais são esses valores , para que não fique nenhuma suspeita de que algum deles possa estar sendo preferido ....

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cabide de emprego: Secretaria de Saúde demite 500 funcionários do "Idep"



Amanda Alves


Da Redação


Quinhentos funcionários da Secretaria de Estado de Saúde (SES) que trabalham de apoio administrativo serão demitidos pelo governo, como medida de contenção de gastos. Até o momento, pelo menos 49 pessoas já foram dispensadas de suas funções, que envolve recepção, assessoria e secretarias em várias cidades de Mato Grosso. Estes profissionais foram contratados por termo de parceria com o Instituto de Desenvolvimento de Programas (Idep).


O anúncio das demissões foi feito pelo secretário da pasta, Pedro Henry, em vistoria no Pronto-Socorro de Várzea Grande (PS). Ele afirmou ser prerrogativa o enxugamento na folha de pagamento da SES para dar andamento a investimentos nos serviços de saúde, como o projeto de abertura do Hospital Metropolitano de Várzea Grande, previsto para ser inaugurado no aniversário da cidade, em maio.


"Nós temos cerca de 1 mil servidores cedidos para os municípios e 500 contratados com valores bem acima do pago aos concursados. Isso tem que acabar", diz o secretário. Assim que assumiu, Henry estimou que o custo mensal da nova unidade sairia por cerca de R$ 2 milhões, mas já prevê que girará em torno de R$ 3 milhões.


A folha mensal com os 500 funcionários a serem demitidos não foi divulgado pela SES. Os profissionais estão espalhados em várias cidades, como Cáceres, Rondonópolis e Sorriso, onde há regionais do órgão. Esta lista de funcionários é cedida desde 2006 pelo Idep, que informou ainda não ter recebido um comunicado oficial sobre as demissões.


A Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) informou que este é um procedimento normal, quando se trata de termo de parcerias, que neste caso era válida por 60 meses. O contrato com o Idep vence no próximo dia 10 de abril e segundo o secretário, ele não será renovado.

COMENTÁRIO DO MSD:- O IDEP sempre foi a válvula de escape para a contratação dos parentes, protegidos e indicados pelos “poderosos” .
 - Seria bom divulgar o perfil profissional e para onde estão cedidos.... transparência é bom e não dói


-  Cuidado, existe um “soft” que permite incluir propostas depois de conhecidas as anteriores em fração de segundos, antes de encerrar o prazo




Assustador: Saúde de MT não conhece o déficit de leitos


Reportagem de A Gazeta revela que secretário estadual de Saúde, Pedro Henry, não sabe qual o déficit de leitos no Estado

Tania Rauber


Da Redação


A Secretaria do Estado de Saúde (SES) desconhece a quantidade de leitos necessários para atender os pacientes que estão internados nos corredores, macas sem colchões e até mesmo no chão das unidades hospitalares. Somente nos Prontos-Socorros de Cuiabá e Várzea Grande 120 pessoas estão em locais improvisados.


O secretário Pedro Henry anunciou, durante visita as obras do PS de Várzea Grande, que 317 novos leitos devem ser abertos este semestre para atender os pacientes, e que o Estado estuda a renovação de convênios com hospitais particulares para ampliar as vagas.


Em Cuiabá, existem parcerias com os hospitais Geral Universitário, Júlio Müller, Santa Helena, Hospital do Câncer, Adauto Botelho e Santa Casa, onde existem cerca de 1.100 leitos. A necessidade é de mais 300.


Parte desta deficiência será suprida com a abertura dos novos leitos, sendo 85 deles no Pronto-Socorro da Capital, outros 60 no Santa Helena, 72 no Metropolitano de Várzea Grande e 100 no Municipal de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá). A expectativa é que eles comecem a receber pacientes até metade do ano.


O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Humberto Bosaipo não descartou a possibilidade do Tribunal extinguir a necessidade de licitação para compra dos equipamentos.


Recursos parados - Enquanto falta dinheiro, desde 2009, uma verba de R$ 1,1 milhão está parada nas contas da SES. Henry declarou que tenta liberar o recurso junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para utilizá-lo na construção de novas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) no Pronto-Socorro em Várzea Grande.

COMENTÁRIO DO MSD:


- Para quem tem a responsabilidade de coordenar a assistência no Estado, esse desconhecimento é assustador.


- Cuidado TCE ... mas partindo de quem partiu a idéia , não se pode esperar nada melhor....

SES anuncia R$ 13 mi e corte de pessoal: MSD fala a verdade sobre isto

Informações estão na imprensa hoje. Veja abaixo, matéria na íntegra do Diário e comentário do MSD

JOANICE DE DEUS


Da Reportagem


Após assinar com a prefeitura de Várzea Grande o termo de concessão em regime de comodato do Hospital Metropolitano para o Estado, o secretário de Estado de Saúde (SES), Pedro Henry, anunciou que o Ministério da Saúde (MS) irá liberar R$ 13 milhões para equipar a unidade hospitalar e o Hospital de Sinop (503 quilômetros de Cuiabá). Porém, além de recursos, demissões de cerca de 500 servidores também estão previstas para equilibrar a gestão.

O recurso foi solicitado ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em audiência realizada na última terça-feira. O anúncio foi feito ontem durante uma visita ao Pronto-Socorro e ao Hospital Metropolitano, ambos na Cidade Industrial. Também esteve presente o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Humberto Bosaipo, relator das contas da Saúde.


Do total de recursos, R$ 3,7 milhões serão para o Metropolitano, que contará com 72 leitos e funcionará como referência no atendimento de ortopedia, traumatologia e cirurgias gerais. O restante da verba será para Sinop. A unidade da cidade está pronta e conta com 100 leitos. “Só falta equipar”, disse Henry. Com assinatura do termo, válido por 10 anos, podendo ser prorrogado por igual período, a SES assume a gestão e a estrutura do Metropolitano.

Ao dizer que para resolver o problema da Saúde na região metropolitana é preciso trabalhar em conjunto, Henry enfatizou que vem discutindo uma estratégia de choque para “arrumar” o setor de urgência e emergência na Capital e em Várzea Grande.

Assim, os investimentos não param. O secretário disse ainda que assinará convênio com a prefeitura de Cuiabá prevendo o repasse de R$ 1,5 milhão para a conclusão da reforma da ala Verde (subsolo) do Pronto-Socorro Municipal. “A ala verde vai oferecer 85 leitos, que servirão de retaguarda para o pronto-socorro e vai desafogar o setor de urgência e emergência. O dinheiro já está disponível”, disse. Conforme o secretário de Saúde da Capital, Maurélio Ribeiro, a obra está orçada em R$ 1,6 milhão e já está em fase de conclusão.


Outra medida adotada pela SES é o repasse de R$ 2 milhões para o Hospital Santa Helena. A verba deverá ser aplicada na conclusão do quarto andar da unidade hospitalar, onde serão ofertadas outras 60 camas. “Somando Metropolitano, Pronto-Socorro e Santa Helena serão mais 217 leitos disponíveis, o que equivale a um hospital de grande porte”, destacou Henry. A expectativa é que tudo esteja funcionando até o fim deste primeiro semestre.


O secretário informou também que montou um processo e vai enviar para o Tribunal de Contas para que autorize a liberação emergencial de R$ 1,1 milhão que estão parados na conta da SES desde 2009. “O dinheiro está depositado na conta da Saúde e não foi licitado por conta da burocracia”.


Por outro lado, o secretário lembrou que as unidades de retaguarda precisam estar à altura para evitar que pacientes do interior venham para Capital. “Há casos em que o paciente pode ser atendido no município de origem, mas precisam vir para a Capital, porque não tem atendimento na sua cidade”, disse.


COMENTÁRIO DO MSD
- Metropolitano : a SES construiu mas quando percebeu o tamanho dos recursos necessários para custeio, “congelou” a obra por muito tempo. Depois concluiu e repassou para VG, que pelas mesmas razões desistiu do mesmo e devolveu o abacaxi para a SES !!!! Agora, pela pressão da sociedade conclui-se a obra, mas comenta-se que vai ser entregue para uma OS ou OSCIP ( atenção, lembrem- se de recentes fatos envolvendo o 3º setor e a saúde em Mato Grosso , vide escândalo do Instituto Creatio) para servir de campo de estágio da UNIC e do futuro curso de medicina da UNIVAG !!! Ou seja , dinheiro público para fazer hospital para universidades privadas !!!!


- SINOP : é preciso que essa unidade hospitalar seja destinada a absorver a clientela que hoje vem para Cuiabá, diminuindo assim a pressão sobre a capital. Aí vem a dúvida : existirão profissionais dessas especialidades em SINOP ? Parece que sim, mas não trabalham para o SUS !!!!!


- PS CUIABÁ – é claro que a estrutura do PS é sabidamente inadequada, alguns equipamentos precisam ser renovados, mas também é fundamental resolver a questão da falta de médicos de algumas especialidades e a adequação do pessoal de plantão as reais necessidades, pagando bem mas exigindo cumprimento da jornada de trabalho e respeito ao paciente.


- SANTA HELENA – mais uma vez a SES vai investir dinheiro público num hospital privado, sem garantia de que os leitos estarão disponíveis para uso de acordo COM AS NECESSIDADDES DA REGULAÇÃO e não dependendo da aquiescência do Hospital e dos médicos (seleção de pacientes para evitar casos complicados ...)

Só agora Câmara pede socorro à saúde ao Governo

Confira reportagem do Diário de Cuiabá e comentário abaixo do MSD:



HUMBERTO FREDERICO


Especial para o Diário

O líder do prefeito na Câmara Municipal de Cuiabá, Everton Pop (PP), declarou que a prefeitura da Capital não tem condições de resolver sozinha os problemas na Saúde. Para resolver esta questão, Pop vai montar uma Comissão para ir até o secretário de Saúde do Estado, Pedro Henry, e pedir que o governo interfira nos problemas da cidade.

"Temos que montar uma Comissão e ir até ao secretário de Saúde e não descarto a possibilidade de visitar o governador Silval Barbosa (PMDB). Nesta Comissão devem estar os vereadores Lúdio Cabral (PT), Toninho de Souza (PDT) e mais alguém que o presidente da Casa indicar", disse o pepista.

Pop criticou o fato de o Pronto-socorro Municipal de Cuiabá receber centenas de pessoas do interior do Estado. "Nada contra estas pessoas que vêm para Cuiabá, mas o nosso pronto-socorro não é municipal, é estadual. Tem que haver mais participação do Estado", afirmou.


O pepista ainda acusou deputados estaduais de manterem casas de amparo na Capital, sobrecarregando assim o pronto-socorro. "Tem deputado que mantém casa de apoio aqui. Apesar de ele ter orçamento para fazer mais pela saúde da sua cidade, ele prefere trazer pessoas para cá, e esperar sobrar vaga para colocá-las no pronto-socorro, e depois vai pra tribuna da Assembleia Legislativa reclamar que a Saúde do Estado e de Cuiabá é um caos. Isso é uma vergonha", concluiu, preferindo não citar nomes.

COMENTÁRIO DO MSD

- Lamentável que somente agora alguns vereadores se apercebam dessa situação, que foi repetidamente denunciada na gestão Luiz Soares.



- As casas de apoio ainda encerram outro fator de desorganização do sistema : os seus proprietários (leia-se deputados) mantem um sistema de tráfico de influência na Central de Regulação com fortes indícios de que algo que não cheira muito bem se passa por lá.

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