28/03/2012 - 16:25
De Brasília - Marcos Coutinho
Foto: Reprodução/Ilustração
A Secretaria de Saúde (SES) ainda não enviou para o Ministério da Saúde os planos dos municípios da Baixada Cuiabana para obtenção de recursos federais destinados à estruturação da rede de atenção às urgências e emergências nas regiões metropolitanas que sediarão os jogos da Copa de 2014. Detalhe: o município de Cuiabá, que já conseguiu a pré-aprovação de seu projeto, corre risco de perder R$ 50 milhões por ano.
"Vale lembrar que o plano de estruturação da rede de atenção às urgências e emergências é resultado da capacidade de gestão e planejamento da Secretaria Municipal de Saúde e da dedicação e esforço de sua equipe técnica. E a demora da SES preocupa muito", declarou uma fonte ouvida pelo Olhar Direto.
A preocupação é pertinente, pois passados mais de 20 dias e a SES ainda não encaminhou o projeto à Brasília.
Depois de décadas sem investimentos de vulto na área da saúde, a decisão do governo federal em transferir recursos para Cuiabá, que já tinha projeto pronto para receber os investimentos, pode representar um enorme salto na qualidade da prestação dos serviços de saúde à população.
A apresentação dos planos dos demais municípios da Baixada Cuiabana ao Ministério das Cidades é prerrogativa essencial para a aprovação do inteiro teor do projeto, conforme ficou acertado na reunião que aprovou o plano de Cuiabá.
"O temor em Cuiabá é de que o processo eleitoral atropele a agenda do governo e a capital acabe ficando sem os recursos", declarou a mesma fonte.
Outro lado
A Secretaria de Saúde rebateu as informações publicadas pelo Olhar Direto e afirmou que o projeto do plano de Mato Grosso já está finalizado e deve ser assinado até o mês de maio, quando vence o prazo. O plano estadual inclusive, teria sido qualificado pelo Ministério da Saúde como excelente, e pode se tornar molde para o restante do país
==> É LOBO COMENDO LOBO ... UM SACANEANDO O OUTRO ... E O POVO É QUE SE LASCA...
quarta-feira, 28 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Prefeitura "privatiza" a gestão do Pronto-Socorro de Cuiabá
MIDIA NEWS Política / SAÚDE PÚBLICA
22.03.2012 17h45 - Atualizado em 23.03.2012 09h54
Assessoria foi contratada por R$ 190 mil mensais; vereadores protestamMidiaNews/Reprodução
Lamartine Godoy (detalhe) confirmou a gestão privada do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá
ANA ADÉLIA JÁCOMO
DA REDAÇÃO
A partir de 2 de abril próximo, o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá será gerido pela empresa IGSR Assessoria e Consultoria Empresarial. Toda a diretoria do hospital será substituída, e a Prefeitura vai gastar R$ 190 mil mensais com a medida.
O secretário municipal de Saúde, Lamartine Godoy, confirmou a contratação e, em entrevista ao MidiaNews, nesta quinta-feira (22), disse que o objetivo da negociação é "aperfeiçoar" o atendimento aos pacientes e melhorar o faturamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O processo licitatório teria sido feito em 9 de março.
“A empresa vai fazer a gestão administrativa. Recebemos R$ 1 milhão do SUS, mas gastamos R$ 6 milhões. Por isso, os técnicos são necessários”, explicou.
Segundo Godoy, o processo licitatório foi realizado no dia 9 deste mês e, no mês que vem, cerca de 10 pessoas serão incorporadas ao sistema administrativo do hospital municipal.
O secretário garantiu que o Pronto-Socorro vai continuar sob a responsabilidade do Município e que nenhum funcionário, além daqueles que exercem cargos de diretoria, será substituído.
“Vamos trocar toda a diretoria. Haverá controladoria, diretores técnicos e consultoria”, disse.
Lamartine Godoy disse que a contratação da IGSR é bem diferente da medida adotada pela Secretaria de Estado da Saúde, que contratou Organizações Sociais de Saúde (OSS) para gerir os hospitais regionais de Mato Grosso.
Ele explicou que, no caso da OSS, o Estado passa toda gerência para uma iniciativa privada e apenas faz o pagamento.
Já no caso do Pronto-Socorro da Capital, apenas o setor administrativo será feito por uma empresa. “Precisávamos de uma equipe mais técnica e essa empresa sabe gerir um hospital”, completou.
Protesto na Câmara
Na sessão ordinária desta quinta-feira, na Câmara Municipal, contudo, o vereador Toninho de Souza (PSD) apresentou em Plenário um requerimento, pedindo informações à Procuradoria Geral do Município (PGM) sobre o contrato que a Prefeitura fez com a empresa para a gestão do hospital municipal.
“O prefeito tem que explicar isso. Ou vai querer fazer como fez com os cemitérios?”, ques tionou o vereador, se referindo a reportagem do site MidiaJur, que revelou a decisão do Palácio Alencastro de "privatizar" os locais, transferindo a gestão para três funerárias da Capital. Clique AQUI e entenda o caso.
O vereador Lúdio Cabral (PT) revelou que a vice-presidente do Conselho Municipal de Saúde, Maria Ângela Conceição, comunicou que os funcionários do Pronto-Socorro estão muito preocupados, uma vez que teriam sido informados superficialmente sobre a medida.
A direção do Pronto-Socorro teria feito um comunicado aos trabalhadores, informando apenas que a IGSR vai gerenciar as atividades e que um contrato já teria sido fechado com o prefeito Chico Galindo (PTB).
“Fizeram licitação? Se no caso das OSS, já tinha questionamentos, o que dizer desse?", observou Cabral, que disse ser contra uma empresa privada para gerir a unidade sanitária.
A IGSR presta serviços para os hospitais São Mateus e Santa Rosa, em Cuiabá.
==> MAIS UMA VEZ NA CALADA DA NOITE A SMS DE CUIABA DE MODO SUSPEITO ADOTA MEDIDAS VISANDO ENFRAQUECER A GESTÃO PÚBLICA NA SAÚDE. SERÁ QUE NA SECRETARIA NÃO TEM GENTE COMPETENTE´PARA CUIDAR DO PS ?
==> RECURSOS PARA PRIVATIZAR NÃO FALTAM .... MAS MATERIAL, MEDICAMENTOS , EQUIPAMENTOS, ETC ... AÍ FALTA TUDO. FALTA MUITO É VERGONHA NA CARA DESSES PSEUDO - GESTORES PUBLICOS.
==> A ULTIMA LINHA DA NOTÍCIA FOI SUBLINHADA PORQUE MERECE ATENÇÃO ESPECIAL ...
22.03.2012 17h45 - Atualizado em 23.03.2012 09h54
Assessoria foi contratada por R$ 190 mil mensais; vereadores protestamMidiaNews/Reprodução
Lamartine Godoy (detalhe) confirmou a gestão privada do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá
ANA ADÉLIA JÁCOMO
DA REDAÇÃO
A partir de 2 de abril próximo, o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá será gerido pela empresa IGSR Assessoria e Consultoria Empresarial. Toda a diretoria do hospital será substituída, e a Prefeitura vai gastar R$ 190 mil mensais com a medida.
O secretário municipal de Saúde, Lamartine Godoy, confirmou a contratação e, em entrevista ao MidiaNews, nesta quinta-feira (22), disse que o objetivo da negociação é "aperfeiçoar" o atendimento aos pacientes e melhorar o faturamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O processo licitatório teria sido feito em 9 de março.
“A empresa vai fazer a gestão administrativa. Recebemos R$ 1 milhão do SUS, mas gastamos R$ 6 milhões. Por isso, os técnicos são necessários”, explicou.
Segundo Godoy, o processo licitatório foi realizado no dia 9 deste mês e, no mês que vem, cerca de 10 pessoas serão incorporadas ao sistema administrativo do hospital municipal.
O secretário garantiu que o Pronto-Socorro vai continuar sob a responsabilidade do Município e que nenhum funcionário, além daqueles que exercem cargos de diretoria, será substituído.
“Vamos trocar toda a diretoria. Haverá controladoria, diretores técnicos e consultoria”, disse.
Lamartine Godoy disse que a contratação da IGSR é bem diferente da medida adotada pela Secretaria de Estado da Saúde, que contratou Organizações Sociais de Saúde (OSS) para gerir os hospitais regionais de Mato Grosso.
Ele explicou que, no caso da OSS, o Estado passa toda gerência para uma iniciativa privada e apenas faz o pagamento.
Já no caso do Pronto-Socorro da Capital, apenas o setor administrativo será feito por uma empresa. “Precisávamos de uma equipe mais técnica e essa empresa sabe gerir um hospital”, completou.
Protesto na Câmara
Na sessão ordinária desta quinta-feira, na Câmara Municipal, contudo, o vereador Toninho de Souza (PSD) apresentou em Plenário um requerimento, pedindo informações à Procuradoria Geral do Município (PGM) sobre o contrato que a Prefeitura fez com a empresa para a gestão do hospital municipal.
“O prefeito tem que explicar isso. Ou vai querer fazer como fez com os cemitérios?”, ques tionou o vereador, se referindo a reportagem do site MidiaJur, que revelou a decisão do Palácio Alencastro de "privatizar" os locais, transferindo a gestão para três funerárias da Capital. Clique AQUI e entenda o caso.
O vereador Lúdio Cabral (PT) revelou que a vice-presidente do Conselho Municipal de Saúde, Maria Ângela Conceição, comunicou que os funcionários do Pronto-Socorro estão muito preocupados, uma vez que teriam sido informados superficialmente sobre a medida.
A direção do Pronto-Socorro teria feito um comunicado aos trabalhadores, informando apenas que a IGSR vai gerenciar as atividades e que um contrato já teria sido fechado com o prefeito Chico Galindo (PTB).
“Fizeram licitação? Se no caso das OSS, já tinha questionamentos, o que dizer desse?", observou Cabral, que disse ser contra uma empresa privada para gerir a unidade sanitária.
A IGSR presta serviços para os hospitais São Mateus e Santa Rosa, em Cuiabá.
==> MAIS UMA VEZ NA CALADA DA NOITE A SMS DE CUIABA DE MODO SUSPEITO ADOTA MEDIDAS VISANDO ENFRAQUECER A GESTÃO PÚBLICA NA SAÚDE. SERÁ QUE NA SECRETARIA NÃO TEM GENTE COMPETENTE´PARA CUIDAR DO PS ?
==> RECURSOS PARA PRIVATIZAR NÃO FALTAM .... MAS MATERIAL, MEDICAMENTOS , EQUIPAMENTOS, ETC ... AÍ FALTA TUDO. FALTA MUITO É VERGONHA NA CARA DESSES PSEUDO - GESTORES PUBLICOS.
==> A ULTIMA LINHA DA NOTÍCIA FOI SUBLINHADA PORQUE MERECE ATENÇÃO ESPECIAL ...
terça-feira, 20 de março de 2012
Atropelada por um motorista embriagado na semana passada, a estudante Kennya Foscarine agora sofre no PS de Cuiabá
Duas vezes vítima
DIÁRIO DE CUIABA 20/03/2012
PEDRO ALVES/DC
JOANICE DE DEUS
Da Reportagem
Vítima de atropelamento na tarde da última quinta-feira (15), a estudante Kennya Rejane Foscarine, 16 anos, continuava internada ontem pela manhã no pronto-socorro de Cuiabá à espera de uma cirurgia no braço esquerdo. Kennya e um garoto de 13 anos foram atingidos por um carro conduzido por Frank Rademar de Almeida, 36 anos, que estava visivelmente embriagado e não portava carteira de habilitação.
O acidente aconteceu nas proximidades da Escola Estadual Pascoal Ramos, localizada no bairro de mesmo nome, periferia da Capital. O menino foi atendido na policlínica do bairro, liberado e passa bem.
Já familiares de Kennya, inconformados com a forma de atendimento no pronto-socorro, recorreram ao Ministério Público para pedir a transferência de Kennya para outra unidade hospitalar.
A mãe da estudante, Marlene Foscarine, informou que ainda no final de semana a Justiça concedeu liminar determinando a transferência para um hospital conveniado ou privado com custos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Conseguimos a liminar, mas a administração do pronto-socorro está descumprindo. Minha filha ficou desde a sexta-feira no quarto andar e lá não aparece médico, e só prescreve medicamento ouvindo o relato dos enfermeiros”, reclamou.
Segundo Marlene Foscarine, ontem a adolescente estava em uma maca no corredor próximo ao setor de emergência. “Pelo menos pelo corredor passa médico”, comentou. Além de várias escoriações pelo corpo, Kennya sofreu fraturas nos dois braços, na bacia e um corte profundo que necessitou de 21 pontos.
Por meio da assessoria de imprensa, o secretário-adjunto de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, Huarck Correa, garantiu que estava sendo verificada a disponibilidade de vagas para a transferência de Kennya, possivelmente para o Hospital Geral Universitário (HGU). A SMS negou falta de atendimento à garota, que estaria recebendo o acompanhamento e avaliações médicas diárias.
Já a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que Frank Almeida foi preso em flagrante e encaminhado para o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), que fica no bairro Carumbé. Ele irá responder a processo por lesões corporais contra duas pessoas, por omissão de socorro, por dirigir sem carteira de habilitação e por dano ao patrimônio público, já que também atingiu o muro de uma outra escola.
Na escola Pascoal Ramos, uma das preocupações era com a possibilidade da ocorrência de outros acidentes. Conforme o professor Waldemar Gomes, o fluxo de carros nas proximidades da unidade é expressivo, especialmente no horário de entrada e saída dos alunos. “Talvez a instalação de mais um quebra-mola e a melhoria da sinalização, ajudasse a minimizar o problema”, disse.
CUIABA TEM UM DOS TRANSITOS MAIS VIOLENTOS DO BRASIL. É INACEITÁVEL QUE NÃO HAJA UMA AÇÃO CONCENTRADA DE FISCALIZAÇÃO ESPECIALMENTE NOS FINS DE SEMANA E VOLTADA PARA O CUMPRIMENTO DA "LEI SÊCA" . OU NÃO SE PODE INCOMODAR OS "FILHINHOS DE PAPAI" QUE ENCHEM A CARA E SAEM QUE NEM LOUCOS POR AÍ ?
DIÁRIO DE CUIABA 20/03/2012
PEDRO ALVES/DC
JOANICE DE DEUS
Da Reportagem
Vítima de atropelamento na tarde da última quinta-feira (15), a estudante Kennya Rejane Foscarine, 16 anos, continuava internada ontem pela manhã no pronto-socorro de Cuiabá à espera de uma cirurgia no braço esquerdo. Kennya e um garoto de 13 anos foram atingidos por um carro conduzido por Frank Rademar de Almeida, 36 anos, que estava visivelmente embriagado e não portava carteira de habilitação.
O acidente aconteceu nas proximidades da Escola Estadual Pascoal Ramos, localizada no bairro de mesmo nome, periferia da Capital. O menino foi atendido na policlínica do bairro, liberado e passa bem.
Já familiares de Kennya, inconformados com a forma de atendimento no pronto-socorro, recorreram ao Ministério Público para pedir a transferência de Kennya para outra unidade hospitalar.
A mãe da estudante, Marlene Foscarine, informou que ainda no final de semana a Justiça concedeu liminar determinando a transferência para um hospital conveniado ou privado com custos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Conseguimos a liminar, mas a administração do pronto-socorro está descumprindo. Minha filha ficou desde a sexta-feira no quarto andar e lá não aparece médico, e só prescreve medicamento ouvindo o relato dos enfermeiros”, reclamou.
Segundo Marlene Foscarine, ontem a adolescente estava em uma maca no corredor próximo ao setor de emergência. “Pelo menos pelo corredor passa médico”, comentou. Além de várias escoriações pelo corpo, Kennya sofreu fraturas nos dois braços, na bacia e um corte profundo que necessitou de 21 pontos.
Por meio da assessoria de imprensa, o secretário-adjunto de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, Huarck Correa, garantiu que estava sendo verificada a disponibilidade de vagas para a transferência de Kennya, possivelmente para o Hospital Geral Universitário (HGU). A SMS negou falta de atendimento à garota, que estaria recebendo o acompanhamento e avaliações médicas diárias.
Já a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que Frank Almeida foi preso em flagrante e encaminhado para o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), que fica no bairro Carumbé. Ele irá responder a processo por lesões corporais contra duas pessoas, por omissão de socorro, por dirigir sem carteira de habilitação e por dano ao patrimônio público, já que também atingiu o muro de uma outra escola.
Na escola Pascoal Ramos, uma das preocupações era com a possibilidade da ocorrência de outros acidentes. Conforme o professor Waldemar Gomes, o fluxo de carros nas proximidades da unidade é expressivo, especialmente no horário de entrada e saída dos alunos. “Talvez a instalação de mais um quebra-mola e a melhoria da sinalização, ajudasse a minimizar o problema”, disse.
CUIABA TEM UM DOS TRANSITOS MAIS VIOLENTOS DO BRASIL. É INACEITÁVEL QUE NÃO HAJA UMA AÇÃO CONCENTRADA DE FISCALIZAÇÃO ESPECIALMENTE NOS FINS DE SEMANA E VOLTADA PARA O CUMPRIMENTO DA "LEI SÊCA" . OU NÃO SE PODE INCOMODAR OS "FILHINHOS DE PAPAI" QUE ENCHEM A CARA E SAEM QUE NEM LOUCOS POR AÍ ?
MPE quer bloquear a conta do Estado
Acusado de reter recursos da saúde, o governo do Estado corre o risco de ter R$ 3,5 milhões seqüestrados de seus cofres
Ministério Público Estadual: municípios estão sofrendo sem o repasse de recursos da Saúde
ALECY ALVES
Da Reportagem
Acusado de reter recursos da saúde, o governo do Estado corre o risco de ter R$ 3,5 milhões seqüestrados de seus cofres a qualquer momento para assegurar a melhoria dos serviços desse setor oferecidos em seis municípios da região do Araguaia.
O montante, conforme a ação civil protocolada pelo promotor de Justiça de Barra do Garças, Marcos Brant Gambier Costa, refere-se aos resíduos dos valores recebidos do Sistema Único de Saúde (SUS) que vem sendo retidos no Estado desde 2009.
Os municípios prejudicados, ou seja, dos quais o governo tirou o dinheiro, são Barra do Garças, Torixoréu, Pontal do Araguaia, Araguaiana, Ribeirãozinho e General Carneiro. O promotor pede à Justiça a antecipação de tutela, quer dizer, o deposito imediato do dinheiro até que o mérito da ação seja julgado, e que a aplicação das verbas seja condicionada aos serviços de saúde.
A reivindicação do representante do Ministério Público é para que os R$ 3,5 milhões sejam obrigatoriamente aplicados nos programas saúde da família, serviços de média e alta complexidade, de urgência e emergência, de saúde bucal, assistência farmacêutica e no apoio à implementação do consórcio intermunicipal de saúde e à saúde comunitária e assentados rurais.
“Em se tratando de recursos que repercutem na saúde, no âmbito do sistema público, não pode o Estado suspender, retardar ou deixar de efetuar com regularidade os repasses devidos”, assinala Marcos Brant.
Ele ainda quer assegurar judicialmente a regularidade dos repasses, integral, sempre dentro do respectivo mês de vencimento, sem atrasos e de forma automática, para que os municípios possam fazer planejamento do gasto. “A 'gangorra orçamentária', que muito tem atormentado os gestores de saúde no nível municipal, precisa acabar”, disse o promotor de Justiça.
O atraso ou retenção de verbas, reclamou, implica na precariedade e mesmo no não oferecimento dos serviços de saúde, além da humilhação dos pacientes usuários SUS, gerando constrangimento e a ofensa à dignidade das pessoas.
Conforme o promotor de Justiça, antes de ingressar com essa ação contra o Estado, o Ministério Público tentou resolver o problema extrajudicialmente, mas não obteve êxito. Foram expedidos ofícios e duas notificações recomendatórias ao Estado, sendo que a última sequer foi respondida, afirma ele.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que o governador Silval Barbosa já autorizou a liberação de R$ 80 milhões ao setor da saúde para quitar dívidas e que isso inclui o pagamento de diferenças de repasses aos municípios.
O GOVERNO DE MATO GROSSO É UZEIRO E VEZEIRO EM RETER ESSES REPASSES FINANCEIROS DESTINADOS AOS MUNICÍPIOS. MUITAS LIBERAÇÕES OBEDECEM CRITÉRIOS POLÍTICOS ... OU DE OUTRAS NATUREZAS ...
Ministério Público Estadual: municípios estão sofrendo sem o repasse de recursos da Saúde
ALECY ALVES
Da Reportagem
Acusado de reter recursos da saúde, o governo do Estado corre o risco de ter R$ 3,5 milhões seqüestrados de seus cofres a qualquer momento para assegurar a melhoria dos serviços desse setor oferecidos em seis municípios da região do Araguaia.
O montante, conforme a ação civil protocolada pelo promotor de Justiça de Barra do Garças, Marcos Brant Gambier Costa, refere-se aos resíduos dos valores recebidos do Sistema Único de Saúde (SUS) que vem sendo retidos no Estado desde 2009.
Os municípios prejudicados, ou seja, dos quais o governo tirou o dinheiro, são Barra do Garças, Torixoréu, Pontal do Araguaia, Araguaiana, Ribeirãozinho e General Carneiro. O promotor pede à Justiça a antecipação de tutela, quer dizer, o deposito imediato do dinheiro até que o mérito da ação seja julgado, e que a aplicação das verbas seja condicionada aos serviços de saúde.
A reivindicação do representante do Ministério Público é para que os R$ 3,5 milhões sejam obrigatoriamente aplicados nos programas saúde da família, serviços de média e alta complexidade, de urgência e emergência, de saúde bucal, assistência farmacêutica e no apoio à implementação do consórcio intermunicipal de saúde e à saúde comunitária e assentados rurais.
“Em se tratando de recursos que repercutem na saúde, no âmbito do sistema público, não pode o Estado suspender, retardar ou deixar de efetuar com regularidade os repasses devidos”, assinala Marcos Brant.
Ele ainda quer assegurar judicialmente a regularidade dos repasses, integral, sempre dentro do respectivo mês de vencimento, sem atrasos e de forma automática, para que os municípios possam fazer planejamento do gasto. “A 'gangorra orçamentária', que muito tem atormentado os gestores de saúde no nível municipal, precisa acabar”, disse o promotor de Justiça.
O atraso ou retenção de verbas, reclamou, implica na precariedade e mesmo no não oferecimento dos serviços de saúde, além da humilhação dos pacientes usuários SUS, gerando constrangimento e a ofensa à dignidade das pessoas.
Conforme o promotor de Justiça, antes de ingressar com essa ação contra o Estado, o Ministério Público tentou resolver o problema extrajudicialmente, mas não obteve êxito. Foram expedidos ofícios e duas notificações recomendatórias ao Estado, sendo que a última sequer foi respondida, afirma ele.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que o governador Silval Barbosa já autorizou a liberação de R$ 80 milhões ao setor da saúde para quitar dívidas e que isso inclui o pagamento de diferenças de repasses aos municípios.
O GOVERNO DE MATO GROSSO É UZEIRO E VEZEIRO EM RETER ESSES REPASSES FINANCEIROS DESTINADOS AOS MUNICÍPIOS. MUITAS LIBERAÇÕES OBEDECEM CRITÉRIOS POLÍTICOS ... OU DE OUTRAS NATUREZAS ...
sexta-feira, 16 de março de 2012
Vereador critica secretário por falta de médicos em policlínicas
RD NEWS SAÚDE | 15/03/2012 - 21:15
Nayara Araújo
De olho no pleito deste ano, o vereador por Cuiabá Washington Barbosa, o pastor Washington (PRB), teceu duras críticas ao secretário de Saúde, Lamartine Godóy. Na ocasião, o parlamentar classificou de “retrato do descaso” a ausência de profissionais nas policlínicas e cobrou explicações sob ameaça de recorrer até mesmo ao prefeito Chico Galindo (PTB) para amenizar o transtorno aos pacientes.
“Vou recorrer ao Executivo e ainda pedir explicações ao Lamartine Godóy, em plenário, pois do jeito que está não pode ficar. A população tem direito à dignidade!”. Em tom enfático, o vereador chegou a dizer que o secretário não está empenhado em resolver os problemas.
Ele também disse que, diante da inatividade do gestor, os cuiabanos estão literalmente à espera de um milagre. “O déficit de 25 médicos nas policlínicas de Cuiabá tem causado verdadeiro pânico na população, a situação caótica tem deixado centenas de pacientes à espera de um milagre”. Ele enfatizou que, muitas vezes, os governos dão prioridade para outros setores e esquecem da saúde pública.
O vereador mencionou a demora na conclusão do Hospital Central de Cuiabá como um exemplo do descaso da saúde pública. Para ele, a finalização das obras seria uma possível solução para a atual crise. “Enquanto não existir um pronto-socorro Estadual na Capital com todas as especialidades exigidas para atender a demanda de pacientes de toda s as regiões, infelizmente o problema continuará se estendendo”, finalizou.
==> ATÉ QUE ENFIM O VEREADOR COMEÇOU A ENXERGAR ... SE NÃO FOR DEMAGOGIA , PARABÉNS.
O CULPADO SEMPRE É O MORDOMO, NUNCA É O PATRÃO....
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“Triagem” foi feita pelo porteiro
JARDEL ARRUDA
Da Reportagem
A dona-de-casa Jocilene de Carvalho Pereira, 43, que morreu de infarto em uma calçada de Cuiabá, teria sido impedida de entrar no Pronto-Socorro (PS) da Capital por um porteiro da instituição. Ele teria considerado a mulher “bem de saúde”, se irritado com a impaciência dela e a mandado procurar uma policlínica.
Ou seja, a triagem responsável pela classificação de risco, a qual determina se um paciente deve ser atendido no Pronto Socorro ou pode aguardar na fila, teria sido feita por um profissional sem a capacitação médica necessária.
“Nós estávamos desesperados. A gente falava que era sério, mas ele (o porteiro) disse que era para procurarmos outro lugar e que lá não tinha médico. Ele notou a impaciência dela e se irritou”, conta Fabrício de Carvalho, 25, sobrinho de Jocilene. De acordo com ele, o funcionário nem permitiu a entrada na recepção do PS.
Foi Fabrício que acompanhou a tia, na terça-feira (12), em busca de atendimento médico no PS e em várias policlínicas de Cuiabá, até ela sofrer um infarto em uma calçada da Avenida Miguel Sutil. Ele ainda tentou reanimá-la até a chegada de socorro.
Indignado com o acontecido, ele salienta o fato de, pouco tempo depois, Jocilene ter sido atendida por uma equipe médica no pronto-socorro, ao ser levada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No entanto, ela já havia falecido vítima de infarto. “Ela teria sobrevivido se tivesse sido atendida antes”, lamenta.
A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Cuiabá diz estar investigando se houve um erro no atendimento. No caso de a falha ser constatada, o próximo passo será identificar o funcionário responsável pelo ato.
Ainda de acordo com a SMS, a entrada de pacientes no Pronto Socorro é permitida mesmo fora de um carro oficial, como ambulância e viaturas da polícia. Contudo, para ser atendida, a pessoa deve passar por uma triagem feita na recepção, chamada de Acolhimento de Classificação de Risco.
Entretanto, para evitar qualquer problema, a Secretaria de Saúde orienta a população a chamar o Samu antes de procurar atendimento de urgência e emergência na rede municipal. Dessa forma, se o paciente realmente necessitar, será levado de “forma referenciada” ao pronto-socorro.
==> POIS É , SEMPRE ESTOURA NO MAIS FRACO. SERÁ QUE OS PORTEIROS É QUE DEFINEM AS ROTINAS NO PRONTO - SOCORRO DE CUIABÁ? OU É O CONJUNTO DOS DIRETORES ?
==> AH, O CULPADO TAMBÉM É O POVO, COM ESSA MANIA DE FICAR DOENTE E ATÉ MORRER.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Mulher barrada no pronto-socorro morre em calçada
DIARIO DE CUIABA
ALECY ALVES
Da Reportagem
Depois de percorrer quatro unidades de saúde sem receber atendimento de emergência, a dona de casa Jocilene de Carvalho Pereira, 43 anos, morreu de infarto sobre a calçada da Avenida Miguel Sutil (Perimetral), enquanto o sobrinho tentava reanimá-la com massagens.
Essa tragédia, conseqüência da burocracia e precariedade do sistema público de saúde, aconteceu em Cuiabá, no início da tarde de segunda-feira, dia 12.
O pai de Jocilene, Nilton de Carvalho, 69 anos, conta que a filha chegou à casa dele pela manhã, reclamando de formigamento no braço esquerdo e dores no peito e abdôme. Ela disse ao pai que já havia procurado o centro de saúde do bairro Cidade Alta, onde mora, e a policlínica do Verdão.
Sobre a primeira unidade, lembra “seu” Nilton, a filha relatou que não havia médico. Já na policlínica, diz, teria ouvido que poderia ser uma intoxicação alimentar. A mãe de Jocilene, Neide da Costa Carvalho, a orientou a procurar o pronto-socorro imediatamente.
Barrada no portão no PSMC porque estava em um veículo particular e não em viatura de resgate como Samu, Bombeiros, polícia ou mesmo ambulância, Jocilene foi levada para a Policlínica do Planalto, onde também não teria médico, segundo os parentes dela.
Quando retornava para a casa dos pais, que fica no bairro Verdão, na Avenida Perimetral, próximo ao trevo de acesso ao bairro, ela teve um ataque cardíaco. Um sobrinho que a acompanhava a retirou do carro e começou a massageá-la, enquanto o Serviço Móvel de Urgência Médica (Samu) era acionado.
Dessa vez, no carro de resgate, Jocilene deu entrada no Pronto Socorro, porém já era tarde demais. Nada pôde ser feito porque a dona de casa já estava morta. A família desconhecia o sistema de atendimento do PSM, implantado há mais de ano, que bloqueia o acesso de veículos particulares com pessoas doentes.
Inconformada, Neide Carvalho custa a acreditar que a filha morreu “assim, a míngua, na rua”, lamenta a mãe, observando que jamais passou pela cabeça dela que perderia uma filha assim.
Nilton lembra que a filha era saudável, jamais apresentara sintomas que pudesse indicar a presença de algum problema cardíaco. Jocilene morreu sem conhecer a primeira neta, filha de Paloma Carvalho, sua filha do meio, que nasceu nesta terça-feira, poucas horas depois do enterro da avó.
A família deve registrar um boletim de ocorrência ainda hoje na polícia, enquanto analisa a possibilidade de acionar judicialmente o Município.
Na policlínica do Verdão não há registro de entrada da paciente. A coordenadora da unidade, Camila Louzada, disse que o nome de Jocilene não aparece no livro do ambulatório e tampouco em prontuário da ala de Pronto Atendimento (PA).
Na Policlínica do Planalto, Jocilene chegou a fazer a ficha, mas quando foi chamada para passar pelo sistema de classificação de risco, ou seja, verificar se o caso era uma emergência ou ambulatorial, não estava mais na unidade, conforme a assessoria de imprensa da SMS. Hoje a Secretaria deve continuar apurando o que aconteceu nessa busca seqüenciada por atendimento, conforme a assessoria.
==> JÁ SABEMOS O QUE VAI ACONTECER : O CRM VAI FAZER UMA RIGOROSA APURAÇÃO ... QUE NÃO VAI DAR EM NADA..... A SECRETARIA VAI FAZER UMA DETALHADA APURAÇÃO...QUE NÃO VAI DAR EM NADA ... O MINISTÉRIO PÚBLICO VAI FAZER UMA RIGOROSÍSSIMA INVESTIGAÇÃO ... QUE NUNCA DÁ EM NADA.
ENQUANTO ISSO, O POVO SEGUE SENDO TRATADO COM DESPREZO. ATÉ QUANDO ? DAQUI A POUCO O POVO SE CANSA E PODE COMEÇAR A FAZER JUSTIÇA COM SEUS PRÓPRIOS MEIOS. TALVEZ DÊ MAIS RESULTADOS .
ALECY ALVES
Da Reportagem
Depois de percorrer quatro unidades de saúde sem receber atendimento de emergência, a dona de casa Jocilene de Carvalho Pereira, 43 anos, morreu de infarto sobre a calçada da Avenida Miguel Sutil (Perimetral), enquanto o sobrinho tentava reanimá-la com massagens.
Essa tragédia, conseqüência da burocracia e precariedade do sistema público de saúde, aconteceu em Cuiabá, no início da tarde de segunda-feira, dia 12.
O pai de Jocilene, Nilton de Carvalho, 69 anos, conta que a filha chegou à casa dele pela manhã, reclamando de formigamento no braço esquerdo e dores no peito e abdôme. Ela disse ao pai que já havia procurado o centro de saúde do bairro Cidade Alta, onde mora, e a policlínica do Verdão.
Sobre a primeira unidade, lembra “seu” Nilton, a filha relatou que não havia médico. Já na policlínica, diz, teria ouvido que poderia ser uma intoxicação alimentar. A mãe de Jocilene, Neide da Costa Carvalho, a orientou a procurar o pronto-socorro imediatamente.
Barrada no portão no PSMC porque estava em um veículo particular e não em viatura de resgate como Samu, Bombeiros, polícia ou mesmo ambulância, Jocilene foi levada para a Policlínica do Planalto, onde também não teria médico, segundo os parentes dela.
Quando retornava para a casa dos pais, que fica no bairro Verdão, na Avenida Perimetral, próximo ao trevo de acesso ao bairro, ela teve um ataque cardíaco. Um sobrinho que a acompanhava a retirou do carro e começou a massageá-la, enquanto o Serviço Móvel de Urgência Médica (Samu) era acionado.
Dessa vez, no carro de resgate, Jocilene deu entrada no Pronto Socorro, porém já era tarde demais. Nada pôde ser feito porque a dona de casa já estava morta. A família desconhecia o sistema de atendimento do PSM, implantado há mais de ano, que bloqueia o acesso de veículos particulares com pessoas doentes.
Inconformada, Neide Carvalho custa a acreditar que a filha morreu “assim, a míngua, na rua”, lamenta a mãe, observando que jamais passou pela cabeça dela que perderia uma filha assim.
Nilton lembra que a filha era saudável, jamais apresentara sintomas que pudesse indicar a presença de algum problema cardíaco. Jocilene morreu sem conhecer a primeira neta, filha de Paloma Carvalho, sua filha do meio, que nasceu nesta terça-feira, poucas horas depois do enterro da avó.
A família deve registrar um boletim de ocorrência ainda hoje na polícia, enquanto analisa a possibilidade de acionar judicialmente o Município.
Na policlínica do Verdão não há registro de entrada da paciente. A coordenadora da unidade, Camila Louzada, disse que o nome de Jocilene não aparece no livro do ambulatório e tampouco em prontuário da ala de Pronto Atendimento (PA).
Na Policlínica do Planalto, Jocilene chegou a fazer a ficha, mas quando foi chamada para passar pelo sistema de classificação de risco, ou seja, verificar se o caso era uma emergência ou ambulatorial, não estava mais na unidade, conforme a assessoria de imprensa da SMS. Hoje a Secretaria deve continuar apurando o que aconteceu nessa busca seqüenciada por atendimento, conforme a assessoria.
==> JÁ SABEMOS O QUE VAI ACONTECER : O CRM VAI FAZER UMA RIGOROSA APURAÇÃO ... QUE NÃO VAI DAR EM NADA..... A SECRETARIA VAI FAZER UMA DETALHADA APURAÇÃO...QUE NÃO VAI DAR EM NADA ... O MINISTÉRIO PÚBLICO VAI FAZER UMA RIGOROSÍSSIMA INVESTIGAÇÃO ... QUE NUNCA DÁ EM NADA.
ENQUANTO ISSO, O POVO SEGUE SENDO TRATADO COM DESPREZO. ATÉ QUANDO ? DAQUI A POUCO O POVO SE CANSA E PODE COMEÇAR A FAZER JUSTIÇA COM SEUS PRÓPRIOS MEIOS. TALVEZ DÊ MAIS RESULTADOS .
quarta-feira, 14 de março de 2012
Banheiros interditados, mau cheiro e até ratos na estrutura da Secretaria de Saúde
14/03/2012 - 09h04
Redação 24 Horas News
O caos na saúde pública bate a porta da Secretaria de Estado de Saúde, que beira o colapso. Servidores denunciaram o estado de calamidade das instalações no Centro Político Administrativo e dizem que sofrem com a precariedade na estrutura física e organizacional. O mau cheiro é constante, em função dos banheiros entupidos. Eles denunciam ainda que há goteiras e algumas linhas telefônicas estão cortados por falta de pagamento.
A situação é critica. Em contato com a redação de 24 Horas News, eles denunciam até mesmo a falta de itens básicos, como papel higiênico e copos descartáveis, fatores que sinalizam o cenário de descaso. Eles garantem que até ratos circulam nas imediações do prédio da Saúde e pedem socorro.
Segundo relatos encaminhados, inclusive com extenso material fotográfico, só há um responsável: o ex-secretário Pedro Henry, que após um ano a frente da SES entregou o cargo, em janeiro deste ano, alegando problemas de saúde. Henry, agora retornou a Câmara Federal com incumbência de fortalecer a Saúde Pública do Estado.
O adjunto Vander Fernandes, que assumiu a titularidade do cargo, segundo as denúncias, até o momento, ainda não proporcionou melhorias na estrutura. Há fortes críticas contra o secretário. Eles dizem que Vander, em verdade, apenas segue as orientações de Henry.
Por outro lado, a assessoria da SES nega que haja qualquer irregularidade, e, garante que as denúncias são infundadas e partem de um grupo de servidores que estão preocupados em denegrir a imagem da secretaria e do Governo. “A SES passou por dificuldades, mas tudo foi resolvido. Imagina, não existe nada disso, nem nunca houve, são denúncias levianas” - comentou a assessoria.
Ainda conforme a SES, a última crise gerenciada pela pasta foi com relação à empresa Exact Serviços de Higienização, que em 2011 esteve com salários atrasados em detrimento da falta de repasse por parte do Governo. Quanto a isso, assessoria garantiu que o Estado já abriu a suplementação orçamentária para a empresa e renovou o contrato com ela por mais um ano. Informa que os recursos já foram locados para quitar todas as pendências e que o pagamento.
A PRESENÇA DE UM TIPO MUITO ESPECIAL DE RATAZANAS GORDAS E BEM NUTRIDAS NÃO É NOVIDADE NA SES – MT.
A QUE PONTO CHEGOU A DEGRADAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA EM NOSSO ESTADO. É UM TOTAL DESRESPEITO AOS SERVIDORES DA CASA.
Redação 24 Horas News
O caos na saúde pública bate a porta da Secretaria de Estado de Saúde, que beira o colapso. Servidores denunciaram o estado de calamidade das instalações no Centro Político Administrativo e dizem que sofrem com a precariedade na estrutura física e organizacional. O mau cheiro é constante, em função dos banheiros entupidos. Eles denunciam ainda que há goteiras e algumas linhas telefônicas estão cortados por falta de pagamento.
A situação é critica. Em contato com a redação de 24 Horas News, eles denunciam até mesmo a falta de itens básicos, como papel higiênico e copos descartáveis, fatores que sinalizam o cenário de descaso. Eles garantem que até ratos circulam nas imediações do prédio da Saúde e pedem socorro.
Segundo relatos encaminhados, inclusive com extenso material fotográfico, só há um responsável: o ex-secretário Pedro Henry, que após um ano a frente da SES entregou o cargo, em janeiro deste ano, alegando problemas de saúde. Henry, agora retornou a Câmara Federal com incumbência de fortalecer a Saúde Pública do Estado.
O adjunto Vander Fernandes, que assumiu a titularidade do cargo, segundo as denúncias, até o momento, ainda não proporcionou melhorias na estrutura. Há fortes críticas contra o secretário. Eles dizem que Vander, em verdade, apenas segue as orientações de Henry.
Por outro lado, a assessoria da SES nega que haja qualquer irregularidade, e, garante que as denúncias são infundadas e partem de um grupo de servidores que estão preocupados em denegrir a imagem da secretaria e do Governo. “A SES passou por dificuldades, mas tudo foi resolvido. Imagina, não existe nada disso, nem nunca houve, são denúncias levianas” - comentou a assessoria.
Ainda conforme a SES, a última crise gerenciada pela pasta foi com relação à empresa Exact Serviços de Higienização, que em 2011 esteve com salários atrasados em detrimento da falta de repasse por parte do Governo. Quanto a isso, assessoria garantiu que o Estado já abriu a suplementação orçamentária para a empresa e renovou o contrato com ela por mais um ano. Informa que os recursos já foram locados para quitar todas as pendências e que o pagamento.
A PRESENÇA DE UM TIPO MUITO ESPECIAL DE RATAZANAS GORDAS E BEM NUTRIDAS NÃO É NOVIDADE NA SES – MT.
A QUE PONTO CHEGOU A DEGRADAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA EM NOSSO ESTADO. É UM TOTAL DESRESPEITO AOS SERVIDORES DA CASA.
sexta-feira, 9 de março de 2012
União diminuiu repasses do SUS e convênios para MT em 2011
Site: O DOCUMENTO - 08/03/2012
CLÁUDIO MORAES / Da Editoria
CLÁUDIO MORAES / Da Editoria
As duas principais fontes de receita própria do Estado, o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serrviços) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), decepcionaram na estimativa de arrecadação do ano de 2011. O secretário estadual de Fazenda, Edmilson José dos Santos, apresentou os números na tarde de hoje na Assembleia Legislativa durante audiência pública.
Os números apontam que a previsão no ICMS era de R$ 5,171 bilhões, mas só chegou a R$ 4,925 bilhões deixando 4,8%. Já no IPVA, a estimativa era de R$ 315,700 milhões, mas só chegou a R$ 305,700 milhões alcançando 3,2% de déficit.
Outras receitas tiveram crescimento variável de 7,9% a 22%, mas pouco impactaram no caixa do tesouro estadual. Numa comparação entre 2010 e 2011, IPVA e ICMS tiveram aumento respectivo de 9,1% e 17% na arrecadação.
Queda na Saúde
As transferências federais cairam no ano passado. Do previsto de R$ 3,159 bilhões, foram cumpridos R$ 3,080 bilhões. A defasagem entre estimado e arrecadado chegou a 2,5%.
As maiores quedas aconteceram em dois setores estratégicos. Os convênios deixaram de serem cumpridos 35,8%, já que o Estado esperava receber R$ 215,800 milhões mas só chegou R$ 138,500 milhões.
Os repasses do SUS (Sistema Único de Saúde) também foram decepcionantes. Dos R$ 231,600 milhões estimados, apenas R$ 179,700 milhões foram cumpridos num percentual de R$ 22,4%.
Já o FPE (Fundo de Participação dos Estados superou as expectativas em 10,4%. Mato Grosso projetava R$ 1,256 bilhões, mas recbeu R$ 1,386 bilhões
COMENTÁRIO MSD
>> ISSO DEMONSTRA O DESCASO DOS GOVERNANTES COM A SAÚDE DO NOSSO POVO .
quinta-feira, 8 de março de 2012
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
O MSD SAÚDA TODAS AS MULHERES BRASILEIRAS INSERIDAS NA LUTA POR UMA SAÚDE PUBLICA DE QUALIDADE.
VOCÊS SÃO INDISPENSÁVEIS PARA TERMOS UM MUNDO MELHOR.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Mato Grosso está entre piores estados no atendimento do SUS, revela Ministério
Site: O DOCUMENTO - 02/03/2012
Da Redação
Cuiabá está entre as 10 capitais nas quais os serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foram classificados como os piores do país. A Capital obteve nota 5,5 em uma avaliação aplicada pelo Ministério da Saúde por meio do Índice de Desempenho do SUS – IDSUS 2012, mecanismo recém-criado com o objetivo de aferir a qualidade do atendimento nas diversas áreas com notas de 0 a 10.
Os cuiabanos, conforme o resultado apresentado oficialmente ontem em Brasília pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, aparecem na lista das piores. Mas está acima de grandes cidades como Rio de Janeiro, que obteve a menor nota 4,5. A média nacional é de 5,4.
De acordo com a lista da pesquisa, Cuiabá está sete postos abaixo de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, cidade de porte similar onde os serviços obtiveram nota 6.0. A situação geral de Mato Grosso não é diferente da capital, e na verdade é até pior. O Estado obteve a média 5.0, ficando na 21ª posição, ou seja, mais uma vez entre os piores.
Aparece à frente apenas dos estados de Amapá, Amazonas, Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia e Pará.
O IDSUS-2012 é o resultado do cruzamento de 24 indicadores, sendo 14 que avaliam o acesso e outros 10 para medir a efetividade dos serviços.
Entre os indicadores estão as internações para tratamentos clínicos e para cirurgias de média e alta complexidade.
Também avalia a cobertura estimada de equipes de saúde, a proporção de nascidos vivos de mães com sete ou mais consultas pré-natal, e a realização de exames preventivos de câncer de mama em mulheres entre 50 e 69 anos, e o de colo do útero para aqueles que estão na faixa de 25 a 59 anos.
Nessa primeira edição, o estudo avaliou os serviços oferecidos entre 2008 e 2010 nos diferentes níveis de atenção (básica, especializada ambulatorial e hospitalar e de urgência e emergência), verificando como está a infraestrutura e se os serviços ofertados têm capacidade de dar as melhores respostas aos problemas de saúde da população.
O secretário Estadual de Saúde, Victor Rodrigues, disse, por meio da assessoria de imprensa, que prefere aguardar os dados detalhados para se pronunciar sobre a pesquisa. Anteontem, informou, a SES recebeu uma mensagem eletrônica do Ministério da Saúde informando sobre a divulgação da pesquisa.
O secretário-adjunto de Saúde de Cuiabá, Euze Carvalho, observou que a capital está na média nacional, o que mostra que não é um problema local. Ele explica que a estruturação da rede básica e dos serviços de alta e média complexidade é caminho para a melhoria dos serviços. A implantação das duas UPAs (Unidades de Ponto Atendimento), que estão em fase de licitação, serão importantes passos no projeto de reestruturação e fortalecimento da saúde pública no município.
COMENTÁRIO MSD
- O NOME DO SECRETÁRIO DE ESTADO TEM QUE SER CORRIGIDO, É O DR. VANDER FERNANDES.
- ESTA SITUAÇÃO É FRUTO DE 10 ANOS DE INCOMPETÊNCIA E CORRUPÇÃO DE VÁRIAS GESTÕES NA SES E NOS MUNICÍPIOS DE MATO GROSSO, ESPECIALMENTE CUIABÁ, ONDE SE ASSISTE A DETERIORAÇÃO PROGRESSIVA DE TUDO QUE ANTES FOI FEITO.
NAÕ É DA SAÚDE MAS É DA DEMOCRACIA
OLHAR DIRETO 01/03/2012 - 19:05
STF reabre inquérito contra Pedro Henry por peculato
De Brasília - Vinícius Tavares
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reabriram nesta quinta-feira (1º/3), por sete votos contra três, o inquérito que investiga o deputado federal Pedro Henry (PP/MT) pelo crime de peculato. O parlamentar é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) por ter contratado como assessor do gabinete o piloto de seu avião particular.
De acordo com o Portal G1, o MPF recorreu da decisão de arquivamento tomada pelo relator do processo, ministro José Antônio Dias Toffoli. Em novembro de 2011, Tóffoli suspendeu o inquérito alegando que não houve crime. Para o ministro, o deputado poderia ter cometido "desvio de função', o que é uma falta administrativa.
Este é mais um episódio que deve provocar desgaste político para a imagem do parlamentar. Em janeiro, ele foi alvo de denúncias de acúmulo de função ao não se desligar da Câmara dos Deputados e ser nomeado pelo governador Silval Barbosa de volta ao cargo de secretário estadual da saúde, cargo que ele garante que não ocupa atualmente, embora sua influência na função seja incostestável.
Pedro Henry já responde a ação penal no Supremo como um dos 38 réus do processo do mensalão, suposto esquema de compra de apoio político de parlamentares, que veio à público em 2005. Neste caso, o parlamentar de Mato Grosso é acusado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
Decisão - No julgamento desta quinta, o fato de a investigação sobre o piloto ter sido arquivada pelo ministro Toffoli, em decisão individual, provocou reações dos outros ministros. Para o ministro Joaquim Barbosa, o colega não poderia ter decidido sozinho, sem um pedido formal do Ministério Público.
"Isso é um absurdo. É uma subversão absoluta de tudo o que existe no Brasil em matéria de processo penal. A situação aqui era muito mais grave. O servidor era contratado para pilotar a aeronave do parlamentar, atuando em cargo de natureza especial. Os fatos são claros. Não vejo nenhum fundamento no arquivamento de um inquérito", afirmou.
"Pilotar avião me parece que não tem nada a ver com assessoramento. Me parece que há indícios robustos, consistentes de cometimento do que a lei chama de peculato, porque o objeto material da conduta supostamente delituosa é desviar dinheiro público para pagar indevidamente servidor particular", completou o ministro Ayres Britto.
O ministro Gilmar Mendes defendeu a decisão individual de Toffoli e disse não ver problema em um funcionário do gabinete do deputado prestar serviços como piloto.
"Eu utilizo apoio de tribunais nos estados. Será que isso é peculato? Temos estrutura que nos apoia em São Paulo. Será que isso é peculato? Se quisermos ser sinceros, nós utilizamos", disse.
ESSE PEDRO NÃO TEM JEITO MESMO....
De acordo com o Portal G1, o MPF recorreu da decisão de arquivamento tomada pelo relator do processo, ministro José Antônio Dias Toffoli. Em novembro de 2011, Tóffoli suspendeu o inquérito alegando que não houve crime. Para o ministro, o deputado poderia ter cometido "desvio de função', o que é uma falta administrativa.
Este é mais um episódio que deve provocar desgaste político para a imagem do parlamentar. Em janeiro, ele foi alvo de denúncias de acúmulo de função ao não se desligar da Câmara dos Deputados e ser nomeado pelo governador Silval Barbosa de volta ao cargo de secretário estadual da saúde, cargo que ele garante que não ocupa atualmente, embora sua influência na função seja incostestável.
Pedro Henry já responde a ação penal no Supremo como um dos 38 réus do processo do mensalão, suposto esquema de compra de apoio político de parlamentares, que veio à público em 2005. Neste caso, o parlamentar de Mato Grosso é acusado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
Decisão - No julgamento desta quinta, o fato de a investigação sobre o piloto ter sido arquivada pelo ministro Toffoli, em decisão individual, provocou reações dos outros ministros. Para o ministro Joaquim Barbosa, o colega não poderia ter decidido sozinho, sem um pedido formal do Ministério Público.
"Isso é um absurdo. É uma subversão absoluta de tudo o que existe no Brasil em matéria de processo penal. A situação aqui era muito mais grave. O servidor era contratado para pilotar a aeronave do parlamentar, atuando em cargo de natureza especial. Os fatos são claros. Não vejo nenhum fundamento no arquivamento de um inquérito", afirmou.
"Pilotar avião me parece que não tem nada a ver com assessoramento. Me parece que há indícios robustos, consistentes de cometimento do que a lei chama de peculato, porque o objeto material da conduta supostamente delituosa é desviar dinheiro público para pagar indevidamente servidor particular", completou o ministro Ayres Britto.
O ministro Gilmar Mendes defendeu a decisão individual de Toffoli e disse não ver problema em um funcionário do gabinete do deputado prestar serviços como piloto.
"Eu utilizo apoio de tribunais nos estados. Será que isso é peculato? Temos estrutura que nos apoia em São Paulo. Será que isso é peculato? Se quisermos ser sinceros, nós utilizamos", disse.
ESSE PEDRO NÃO TEM JEITO MESMO....
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
GOVERNO DO DESCASO
O Jornal a Gazeta desta quarta-feira (29/02) traz matéria informando que quatro (04) municípios de Mato Grosso estão sendo punidos pelo Ministério da Saúde com a suspensão de repasses financeiros referentes ao incentivo financeiro de apoio ao Programa de Saúde da Família (PSF). Cuiabá lidera a lista, comprovando que o governo Chico Galindo, além de endividar a Secretaria Municipal de Saúde, também é inoperante até para alimentar os sistemas de informações do MS que, no caso, servem de base para liberar os recursos financeiros.
O MSD sabe perfeitamente que o incentivo financeiro do MS não cobre os custos de operação das equipes do PSF, porém, ajudam o município a mantê-los em funcionamento. Portanto, é mais uma triste proa do descaso do Chico do Sal com a saúde pública.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
IMPUNIDADE, ALIMENTO DA CORRUPÇÃO
Se todos os veículos de comunicação no Brasil tivessem a mesma iniciativa do Jornal FOLHA DE SÃO PAULO neste último domingo (26/02/2012) seguramente haveríamos de ter um país menos injusto.
Na edição citada o jornal de circulação nacional, porém, de alcance restrito a uma pequena parcela da população brasileira que lê jornais, fez um levantamento sobre processos policiais e judiciais que buscam punir políticos e autoridades. O resultado é bombástico, expondo as vísceras da polícia federal, do Ministério Público e do próprio Supremo Tribunal Federal (STF). São inquéritos paralisados ou mal feitos, demora exacerbada em proposição de ações e respectivos julgamentos, falhas cometidas (propositais?) por policiais, membros do Ministério Público e julgadores.
Em um caderno especial a Folha assume um compromisso com a luta pela transparência nessa seara nebulosa que deveria punir exemplarmente a todos os malfeitores, sobretudo aqueles do andar de cima, inclusive, colocando processos pesquisados na internet (FOLHA.COM.).
A defesa de membros do Ministério Público e de julgadores do STF exposta no material jornalístico é uma verdadeira falácia. Ninguém assume suas próprias responsabilidades e “empurram” prá frente o problema alegando a clássica sobrecarga de trabalho.
Como solução cobram uma mudança na Constituição Federal (via Emenda Constitucional) para acabar com o foro especial para certas autoridades públicas, esquecendo-se que algo mais simples e rápido poderia ser feito por eles (ministros do STF) próprios mudando o Regimento Interno do STF, priorizando a conclusão de tais processos que lá chegam e absolvendo ou punindo com a celeridade que combate o quadro de impunidade que hoje temos e que só alimenta a famigerada corrupção. Não vamos nos esquecer que tempos atrás o Congresso Nacional aprovou a chamada SÚMULA VINCULANTE e a REPERCUSSÃO GERAL com o propósito de diminuir a tal carga dos sofridos e vitalícios Ministros do STF.
BRASIL DESIGUAL
Segundo estudo do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) entre 1994 e 2009 o Brasil viveu um continuado processo de redução da pobreza e melhor distribuição da renda. Nesse período a pobreza abaixou 67% e em torno de 50 milhões de pessoas ascenderam a chamada classe média (ou C) situando-se em 1 e 4,5 mil reais de ganho mensal, tendo como contrapartida a redução de 24% daquelas que ganham até 1 mil reais/mês (D e E).
O estudo enfocado mostra também que mais do que o aumento real do salário mínimo e os programas governamentais de transferência de renda, foi a universalização do ensino fundamental no governo Fernando Henrique que mais contribuiu para a diminuição da enorme desigualdade que imperou no Brasil até então. Tudo muito bom, porém, é preciso não perder de vista que 21% da nossa população se beneficia do programa Bolsa Família. Somos, ainda, um país muito desigual e, enquanto isso, o governo Dilma corta 5 bilhões de reais (10%) do orçamento/2012 da Saúde, esquecendo-se que o SUS é uma extraordinária política pública de inclusão social.
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