O DOCUMENTO
13/04/2012 - 08h57
Da Redação
O Governo do Estado anunciou nesta sexta-feira a recisão do contrato com a OSS (Organização Social de Saúde) Instituto Social Fibra, responsável pela gestão dos Hospitais Regionais de Sorriso e Colíder. O Estado alega que a OSS descumpriu alguns ítens fundamentais no contato firmado no início deste ano.
Um dos ítens, segundo a nota, é de que os recursos repassados a OSS não foram destinados a uma conta específica para a gestão do hospital, e sim a conta pópria do Instituto. Até o momento, foram repassados R$ 5,1 milhões ao Instituto para a gestão dos dois hospitais.
Para evitar a interrupção no atendimento, o Estado firmou um contrato emergencial de 180 com o Instituto Pernambucano de Assistência em Saúde (IPAS), que estará assumindo as duas unidades no dia 13 de abril. O IPAS é responsável pela gestão do Hospital Metropolitano do Cristo Rei.
O sistema de gestão dos Hospitais Regionais por Organizações Sociais começou a ser implantado em Mato Grosso no ano passado, pelo então secretário de Saúde, deputado federal Pedro Henry (PP). Bastante contestado, as OSS´s já apresentam problemas no Estado.
Veja a íntegra da nota:
O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT), vem a público esclarecer a decisão em rescindir os Contratos de Gestão firmados entre a SES e o Instituto Social Fibra (OSS), para o gerenciamento e execução das ações e serviços de saúde dos hospitais regionais de Alta Floresta e Colíder.
O Instituto Social Fibra feriu o item 2.1.44 da cláusula segunda dos Contratos de Gestão que estabelece que a contratada deve “...movimentar os recursos financeiros transferidos pela contratante para a execução do objeto do contrato, em conta(s) bancária(s) específica(s) e exclusiva (s), vinculada(s) ao Hospital, de modo a que os recursos transferidos não sejam confundidos com os recursos próprios da contratada...”.
A Comissão Permanente de Contrato de Gestão da Secretaria de Estado de Saúde, que tem a função de acompanhar e monitorar os contratos de Gestão com as Organizações Sociais de Saúde (OSS) detectou tal irregularidade.
As providências adotadas pela Secretaria de Estado de Saúde até o momento foram: pedido de investigação por parte da Auditoria Geral do Estado (AGE) , do Tribunal de Contas do Estado (TCE), ao Ministério Público Estadual (MPE) e demais providências cabíveis que o caso requer; e comunicação do fato à Procuradoria Geral do Estado (PGE) para auxílio às providências.
Até a presente data a SES repassou ao Instituto Social Fibra para a manutenção das unidades hospitalares, o valor de R$ 2.600.000,00 ao Hospital Regional de Colíder e R$ 2.500.000,00 ao Hospital Regional de Alta Floresta, referentes ao mês de janeiro para cada unidade.
A Secretaria de Estado de Saúde garante a não descontinuidade da prestação de serviços à população que se serve destas unidades hospitalares e para tanto já providenciou contrato emergencial por 180 dias, com o Instituto Pernambucano de Assistência em Saúde (IPAS), que estará assumindo as duas unidades no dia 13 de abril. Por outro lado a SES já está organizando a publicação de um novo chamamento público para o gerenciamento dos hospitais.
A atitude da Secretaria de Estado de Saúde demonstra que o novo modelo de gestão em buscar parceria com Organização Social de Saúde é eficaz, transparente e o contrato de gestão possui mecanismos de controle e fiscalização que permitem a intervenção e interrupção do contrato quando ele é ferido pela parte contratada.
O esforço empreendido na Saúde, no último ano, na implantação do novo modelo de gestão para a Saúde Pública de Mato Grosso na parceria com Organização Social de Saúde na Assistência Médico Hospitalar vem alcançando resultados expressivos bem como o acesso ao Usuário do Sistema Único de Saúde. E o Propósito do Governo é continuar proporcionando aos mato-grossenses serviços de saúde acessíveis e de qualidade dentro das diretrizes e normas do SUS na equidade e transparência.
Secretaria de Estado de Saúde - SES/MT
Governo do Estado de Mato Grosso
==> ESTA É A "CRÔNICA DE UMA ROUBALHEIRA ANUNCIADA" COMO O MSD VEM DENUNCIANDO DESDE O INÍCIO.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Saúde confirma primeira morte por dengue em Cuiabá
GAZETA DIGITAL Quinta, 12 de abril de 2012, 22h00
EPIDEMIA
Caroline Rodrigues, especial para o GD
Uma morte por dengue foi confirmada em Cuiabá pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O paciente era morador do bairro Tijucal e ficou internado em um hospital particular. Conforme informações, a vítima tinha 33 anos. Outra morte está sob investigação, de acordo com o boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES), que foi divulgado nesta quinta-feira (12). No documento, constam 3 mortes, das quais 2 estão sob investigação, na região metropolitana de Cuiabá e Várzea Grande.
Desde o começo do ano, Mato Grosso registrou 12.703 notificações, o que representa um acréscimo de 155% em relação ao ano passado, quando foram registrados 4.967 casos da doença.
==> ESTA É A "CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA" PARODIANDO GABRIEL GARCIA MARQUEZ.
EPIDEMIA
Caroline Rodrigues, especial para o GD
Uma morte por dengue foi confirmada em Cuiabá pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O paciente era morador do bairro Tijucal e ficou internado em um hospital particular. Conforme informações, a vítima tinha 33 anos. Outra morte está sob investigação, de acordo com o boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES), que foi divulgado nesta quinta-feira (12). No documento, constam 3 mortes, das quais 2 estão sob investigação, na região metropolitana de Cuiabá e Várzea Grande.
Desde o começo do ano, Mato Grosso registrou 12.703 notificações, o que representa um acréscimo de 155% em relação ao ano passado, quando foram registrados 4.967 casos da doença.
==> ESTA É A "CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA" PARODIANDO GABRIEL GARCIA MARQUEZ.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Dengue sem controle
| DIÁRIO DE CUIABÁ - SAÚDE | Anterior | Índice | Próxima |
Estima-se que, para cada caso notificado de dengue, haja entre 15 e 20 subnotificados
|
Da Reportagem
Cuiabá e Várzea Grande declararam situação de epidemia de dengue. Isso significa que a doença fugiu ao controle das autoridades da saúde pública, assim como os índices de infestação e de criadouros do mosquito Aedes aegypti.
Em cinco semanas, pouco mais de 30 dias, o número de casos da doença notificados em Cuiabá saltou de pouco mais de 600 para 2.726. Esse é o total registrado este ano, até o dia 7 deste mês.
Na Capital, a quantidade de pessoas que tiveram a dengue confirmada por exames laboratoriais entre janeiro e a primeira semana de abril de 2012 é 150% superior às notificações do ano passado inteiro. Em 2011 a cidade contabilizou, oficialmente, 1.126 casos, conforme registros da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica.
Aqui, duas pessoas morreram com suspeita de dengue e outras 11 estão internadas em estado graves, algumas delas sob investigação para o tipo hemorrágico. Os óbitos, entretanto, não tiveram diagnóstico da doença, segundo a coordenadora da Vigilância, Ivonete Fortunato.
Em Várzea Grande, a situação não é diferente. O município registra um aumento de 300% nas ocorrências de dengue em relação ao ano passado. São pouco mais de 1.200 notificações até a primeira semana deste mês, para apenas 360 durante os 12 meses de 2011.
A coordenadora de Vigilância em Saúde e Epidemiologia, Maria Guimarães Eckart, informou que até ontem haviam sete casos graves sendo monitorados. Três deles estão sob suspeita de serem do tipo hemorrágico e quatro apresentam outras complicações.
Internada ontem com suspeita de dengue heomorágica, a babá Odinalva Marques da Silva, 42 anos, moradora do bairro Santa Isabel, em Cuiabá, ainda não está nessa estatística. Com manchas roxas pelo corpo e apenas 29 mil de plaquetas no sangue (componente responsável pelo processo de coagulação), ela passou grande parte do dia sendo hidratada e sob observação médica na Policlínica do Verdão, sendo transferida depois para o Pronto Socorro de Cuiabá.
Conforme Maria Eckart, há um entendimento de que, para cada caso notificado de dengue, hajam entre 15 e 20 subnotificados, ou seja, que não chegaram ao conhecimento do serviço público de saúde por diversas razões: O paciente não fez o exame, não preencheu o procedimento de notificação ou, principalmente, se automedicou.
Talvez isso explique a superlotação dos serviços de pronto-atendimento dos hospitais públicos e privados nas duas cidades. E, também, dos consultórios médicos. Em alguns bairros de Cuiabá, o Índice de Infestação Predial em Cuiabá é já chegou a 14%, sendo que o aceitável pelo Ministério da Saúde é de 1%. O índice médio, de 7%, já é assustador, conforme a coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses, Alexandra da Costa Carvalho.
Entre os bairros com os mais altos índices estão o Praeiro, Dom Aquino e Pedra 90, os três com 14%, o que corresponde que, de cada 100 moradias, em 14 foram encontradas criadouros e mosquitos transmissores da doença.
Tanto Cuiabá como Várzea Grande pediram a ajuda da Secretaria Estadual de Saúde para uma força-tarefa de limpeza das cidades. Ambas querem máquinas pesadas como pás carregadeiras para retirar lixo de áreas públicas e privadas onde estão criadouros do mosquito.
Cuiabá foi além, pediu a aplicação do fumaçê, veneno para eliminar os mosquitos. Nesse caso, a resposta dependerá de entendimento com o Ministério da Saúde. Alguns técnicos do ministério estão em Cuiabá desde anteontem analisando dados da dengue, visitando hospitais e fazendo reuniões com autoridades da saúde. A previsão é que amanhã eles apresentem a conclusão desse trabalho aos secretários municipais.
==> ESSA TRISTE SITUAÇÃO MAIS UMA VEZ SE REPETE, AS PROVIDÊNCIAS QUE DEVERIAM TER SIDO
ADOTADAS HÁ MESES CHEGAM APENAS AGORA COM MUITO ATRASO E SEM DÚVIDA TERÃO MUITO POUCA EFICÁCIA POIS SÃO TARDIAS. É MUITA IRRESPONSABILIDADE E INCOMPETÊNCIA JUNTAS, ESPECIALMENTE NO ANOS EM QUE TEMOS A REINTRODUÇÃO DO VÍRUS TIPO 4, QUE NÃO "FREQUENTAVA" O BRASIL HÁ MAIS DE 20 ANOS E CONTRA O QUAL AS PESSOAS ABAIXO DESSA IDADE NÃO TEM IMUNIDADE.
sábado, 31 de março de 2012
MPE investigará "terceirização" do Pronto Socorro de Cuiabá
31/03/2012 - 10h28
A Gazeta
A Gazeta
Entidades acusam a prefeitura de firmar um contrato com valor 578% acima do praticado no mercado e o processo será investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE). A empresa contratada assumiu o serviço de assistência e consultoria na gestão do Pronto Socorro de Cuiabá pelo valor de R$ 190 mil e, segundo a Comissão em Defesa da Saúde Pública, cobra R$ 28 mil para o mesmo trabalho em 2 hospitais particulares da cidade. O professor e membro da comissão, Reinaldo Araújo, afirma ainda que a licitação não foi publicada no Diário Oficial e não houve aprovação do Conselho Municipal de Saúde para o procedimento.
Na opinião da presidente do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed), Elza Queiroz, o serviço na rede privada é mais complicado do que o do PS. Ela argumenta que nos hospitais existem cirurgias mais complexas e atendimentos "vips", que são diferenciados conforme o pagamento do cliente. Em uma análise preliminar, tomando como base os contratos feitos na rede particular, o preço diferenciado chama a atenção. A entidade, na opinião da presidente, precisa ter acesso ao documento para sanar as dúvidas.
Araújo argumenta que a medida representa a "terceirização" da gestão do PS, o que é uma violação da legislação que rege o Sistema Único de Saúde (SUS). A lei permite apenas a entrega de serviços complementares para a rede privada. O processo de contratação, na opinião do professor, é "obscuro" porque não deu toda a publicidade necessária. A concorrência pública, bem como os demais detalhes do processo, deveriam estar na Gazeta Municipal, o que não aconteceu. O contrato também precisava ser discutido e aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde, que é o órgão deliberativo e que representa o
controle social no SUS.
Ele relata também que os servidores, lotados em cargos de gerência, foram encaminhados para outras funções ou receberam exoneração. Até mesmo os 2 médicos que participavam da gestão comunicaram a exoneração ao Sindimed. O MPE abriu uma investigação para confirmar as irregularidades. O promotor Alexandre Guedes informou, por meio da assessoria de imprensa, disse que vai solicitar todos os documentos para a prefeitura.
Outro lado
O secretário de Saúde de Cuiabá, Lamartine Godoy, afirma que a investigação veio em boa hora e dará mais transparência. Ele alega que não se trata de uma terceirização e nem da entrega de gestão à rede privada. Na análise do gestor, o trabalho da empresa será apenas de consultoria e assistência. Quanto ao valor, ele relata que não conhece o valor cobrado pela empresa a outras instituições, mas crê que seja o adequado porque o trabalho é grande e compreende 9 setores do PS.
Lamartine defende que a contratação não precisa passar pelo conselho porque a decisão cabe apenas à gestão. O conselho, para Godoy Neto, deve ser consultado somente nas questões "macro"
==> MAIS UMA VEZ A GESTÃO MUNICIPAL ATROPELA A LEGALIDADE E DEMONSTRA SUA PREFERÊNCIA PELA "MALFEITORIA" . OS VALORES COBRADOS AOS SUS PARA GERENCIAR O PS SÃO VERDADEIROS ABSURDOS. SERÁ QUE NÃO DÁ PARA VER O ÓBVIO ? QUE ESTÃO SUPERFATURANDO PARA REPASSAR VIA CAIXA 2 PARA AS ELEIÇÕES QUE SE APROXIMAM ? SERÁ QUE É MUITO DIFÍCIL ANALISAR A COMPOSIÇÃO SOCIETÁRIA DESSA EMPRESA E APURAR SUAS RELAÇÕES E AFINIDADES
COM CERTOS POLÍTICOS ?
sexta-feira, 30 de março de 2012
Casos de dengue aumentaram mais de 100%
MidiaNews
Cotidiano / SAÚDE PÚBLICA30.03.2012
08h48 - Atualizado em 30.03.2012 08h52
Casos da doença passaram de 4.409 para 9.571 em Mato Grosso
De acordo com relatório do órgão, somente em Cuiabá foram registrados 2.155 casos da dengue
Do dia 1º de janeiro deste ano até a última quinta-feira, dia 29 de março, foram registrados em Mato Grosso 9.571 casos de dengue. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, deste total, 34 casos foram notificados como o mais grave da doença. Foram registrados também quatro mortes neste período, sendo que duas foram confirmadas e duas estão sob investigação. Se comparado com mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 4.409 casos no primeiro trimestre, o estado teve um aumento de cerca de 117% no número de casos da doença.
De acordo com relatório do órgão, somente em Cuiabá foram registrados 2.155 casos da dengue, sendo que 11 foram considerados do tipo mais grave. Já em Várzea Grande, região metropolitana da capital, 1.010 casos de dengue foram notificados e, destes, quatro foram considerados como o caso mais grave da dengue. Em Sinop, a 503 km de Cuiabá, 1.542 casos foram registrados, sendo cinco casos graves. E em Rondonópolis, a notificação é de 174 casos da doença.
Alerta contra tipo 4
Segundo a Secretaria de Saúde, o estado continua no monitoramento por exame laboratorial na identificação dos sorotipos circulantes da dengue no Estado. Os municípios prioritários para a realização da pesquisa são Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Rondonópolis, Sinop, Barra do Garças e Alta Floresta.
A ação faz parte da estratégia de monitoramento da doença e também vai permitir saber se o vírus 4 da dengue circula nestes polos de Saúde. O MT Laboratório, conforme a Secretaria, está equipado e preparado para ação que consiste em promover e desenvolver a técnica do isolamento viral e identificação da tipificação do vírus da dengue (DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4).
==> O CAOS IMPERA , GESTORES NÃO CUIDAM DE LIMPAR OS ESPAÇOS PÚBLICOS DAS CIDADES E A POPULAÇÃO INFELIZMENTE TAMBÉM NÃO CUIDA DE SUAS CASAS E QUINTAIS PARA EVITAR A PROLIFERAÇÃO DO MOSQUITO. COM A VOLTA DO TIPO 4 , QUE HÁ MAIS DE 20 ANOS ESTAVA AUSENTE , TEMOS UM NÚMERO ENORME DE PESSOAS SEM IMUNIDADE CONTRA ÊLE E OS NÚMEROS DA DENGUE DEVERÃO EXPLODIR, INCLUSIVE DE CASOS GRAVES. FACE A INÉRCIA DAS AUTORIDADES, SÓ RESTA APELAR PARA AS DIVINDADES ....
Cotidiano / SAÚDE PÚBLICA30.03.2012
08h48 - Atualizado em 30.03.2012 08h52
Casos da doença passaram de 4.409 para 9.571 em Mato Grosso
De acordo com relatório do órgão, somente em Cuiabá foram registrados 2.155 casos da dengue
Do dia 1º de janeiro deste ano até a última quinta-feira, dia 29 de março, foram registrados em Mato Grosso 9.571 casos de dengue. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, deste total, 34 casos foram notificados como o mais grave da doença. Foram registrados também quatro mortes neste período, sendo que duas foram confirmadas e duas estão sob investigação. Se comparado com mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 4.409 casos no primeiro trimestre, o estado teve um aumento de cerca de 117% no número de casos da doença.
De acordo com relatório do órgão, somente em Cuiabá foram registrados 2.155 casos da dengue, sendo que 11 foram considerados do tipo mais grave. Já em Várzea Grande, região metropolitana da capital, 1.010 casos de dengue foram notificados e, destes, quatro foram considerados como o caso mais grave da dengue. Em Sinop, a 503 km de Cuiabá, 1.542 casos foram registrados, sendo cinco casos graves. E em Rondonópolis, a notificação é de 174 casos da doença.
Alerta contra tipo 4
Segundo a Secretaria de Saúde, o estado continua no monitoramento por exame laboratorial na identificação dos sorotipos circulantes da dengue no Estado. Os municípios prioritários para a realização da pesquisa são Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Rondonópolis, Sinop, Barra do Garças e Alta Floresta.
A ação faz parte da estratégia de monitoramento da doença e também vai permitir saber se o vírus 4 da dengue circula nestes polos de Saúde. O MT Laboratório, conforme a Secretaria, está equipado e preparado para ação que consiste em promover e desenvolver a técnica do isolamento viral e identificação da tipificação do vírus da dengue (DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4).
==> O CAOS IMPERA , GESTORES NÃO CUIDAM DE LIMPAR OS ESPAÇOS PÚBLICOS DAS CIDADES E A POPULAÇÃO INFELIZMENTE TAMBÉM NÃO CUIDA DE SUAS CASAS E QUINTAIS PARA EVITAR A PROLIFERAÇÃO DO MOSQUITO. COM A VOLTA DO TIPO 4 , QUE HÁ MAIS DE 20 ANOS ESTAVA AUSENTE , TEMOS UM NÚMERO ENORME DE PESSOAS SEM IMUNIDADE CONTRA ÊLE E OS NÚMEROS DA DENGUE DEVERÃO EXPLODIR, INCLUSIVE DE CASOS GRAVES. FACE A INÉRCIA DAS AUTORIDADES, SÓ RESTA APELAR PARA AS DIVINDADES ....
Estado enrola 10 meses e recusa PS; Cuiabá tenta não perder R$ 50 mi
RD NEWS SAÚDE
30/03/2012 - 07:55
Gabriela Galvão
O secretário de Saúde de Cuiabá, Lamartine Godoy, corre contra o tempo para garantir R$ 50 milhões a mais para a área.
A secretaria de Saúde de Cuiabá, sob Lamartine Godoy, está desesperado devido a contagem regressiva com vistas a firmar convênio com o Ministério da Saúde para elevar o teto em mais R$ 50 milhões. O prazo para apresentar os documentos vence em duas semanas.
O corre-corre se dá porque o até então secretario estadual de Saúde, Pedro Henry (PP), havia avocado para o Estado a responsabilidade de administrar o Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá. Foram 10 meses de enrolação para depois dizer que não tinha interesse em assumir a gestão, mas sim, transferi-la para OSS, conforme estava previsto.
Se a prefeitura sob Chico Galindo (PTB) não apresentar os documentos ao ministério, perde a oportunidade de receber a transferência de mais R$ 50 milhões, conquistados pelo Ministério Público aos municípios, especialmente Cuiabá, por ter efetuado todos os projetos voltados ao SUS.
O pepino está nas mãos de Lamartine, que em 2012 tem um orçamento de R$ 352.554,982 milhões para administrar e corre o risco de perder recursos em uma área tão problemática e complexa como a Saúde.
==> HÁ MUITO TEMPO A SAÚDE VEM SENDO PALCO DE UMA GUERRA POLÍTICO - ELEITOREIRA POR PARTE DO GOVERNO DO ESTADO CONTRA MUNICÍPIOS QUE NÃO SÃO ADMINISTRADOS PELOS " COMPANHEIROS" DE BOTINA OU SEM BOTINA. A ARMA EMPREGADA É SABOTAR FINANCEIRAMENTE OS MUNICÍPIOS DE OPOSIÇÃO VISANDO DESGASTÁ - LOS E PREJUDICANDO - OS ELEITORALMENTE. COM ISSO, QUE SOFRE É O POVO.
30/03/2012 - 07:55
Gabriela Galvão
O secretário de Saúde de Cuiabá, Lamartine Godoy, corre contra o tempo para garantir R$ 50 milhões a mais para a área.
A secretaria de Saúde de Cuiabá, sob Lamartine Godoy, está desesperado devido a contagem regressiva com vistas a firmar convênio com o Ministério da Saúde para elevar o teto em mais R$ 50 milhões. O prazo para apresentar os documentos vence em duas semanas.
O corre-corre se dá porque o até então secretario estadual de Saúde, Pedro Henry (PP), havia avocado para o Estado a responsabilidade de administrar o Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá. Foram 10 meses de enrolação para depois dizer que não tinha interesse em assumir a gestão, mas sim, transferi-la para OSS, conforme estava previsto.
Se a prefeitura sob Chico Galindo (PTB) não apresentar os documentos ao ministério, perde a oportunidade de receber a transferência de mais R$ 50 milhões, conquistados pelo Ministério Público aos municípios, especialmente Cuiabá, por ter efetuado todos os projetos voltados ao SUS.
O pepino está nas mãos de Lamartine, que em 2012 tem um orçamento de R$ 352.554,982 milhões para administrar e corre o risco de perder recursos em uma área tão problemática e complexa como a Saúde.
==> HÁ MUITO TEMPO A SAÚDE VEM SENDO PALCO DE UMA GUERRA POLÍTICO - ELEITOREIRA POR PARTE DO GOVERNO DO ESTADO CONTRA MUNICÍPIOS QUE NÃO SÃO ADMINISTRADOS PELOS " COMPANHEIROS" DE BOTINA OU SEM BOTINA. A ARMA EMPREGADA É SABOTAR FINANCEIRAMENTE OS MUNICÍPIOS DE OPOSIÇÃO VISANDO DESGASTÁ - LOS E PREJUDICANDO - OS ELEITORALMENTE. COM ISSO, QUE SOFRE É O POVO.
quarta-feira, 28 de março de 2012
SES não encaminha plano e Cuiabá pode perder R$ 50 milhões ao ano
28/03/2012 - 16:25
De Brasília - Marcos Coutinho
Foto: Reprodução/Ilustração
A Secretaria de Saúde (SES) ainda não enviou para o Ministério da Saúde os planos dos municípios da Baixada Cuiabana para obtenção de recursos federais destinados à estruturação da rede de atenção às urgências e emergências nas regiões metropolitanas que sediarão os jogos da Copa de 2014. Detalhe: o município de Cuiabá, que já conseguiu a pré-aprovação de seu projeto, corre risco de perder R$ 50 milhões por ano.
"Vale lembrar que o plano de estruturação da rede de atenção às urgências e emergências é resultado da capacidade de gestão e planejamento da Secretaria Municipal de Saúde e da dedicação e esforço de sua equipe técnica. E a demora da SES preocupa muito", declarou uma fonte ouvida pelo Olhar Direto.
A preocupação é pertinente, pois passados mais de 20 dias e a SES ainda não encaminhou o projeto à Brasília.
Depois de décadas sem investimentos de vulto na área da saúde, a decisão do governo federal em transferir recursos para Cuiabá, que já tinha projeto pronto para receber os investimentos, pode representar um enorme salto na qualidade da prestação dos serviços de saúde à população.
A apresentação dos planos dos demais municípios da Baixada Cuiabana ao Ministério das Cidades é prerrogativa essencial para a aprovação do inteiro teor do projeto, conforme ficou acertado na reunião que aprovou o plano de Cuiabá.
"O temor em Cuiabá é de que o processo eleitoral atropele a agenda do governo e a capital acabe ficando sem os recursos", declarou a mesma fonte.
Outro lado
A Secretaria de Saúde rebateu as informações publicadas pelo Olhar Direto e afirmou que o projeto do plano de Mato Grosso já está finalizado e deve ser assinado até o mês de maio, quando vence o prazo. O plano estadual inclusive, teria sido qualificado pelo Ministério da Saúde como excelente, e pode se tornar molde para o restante do país
==> É LOBO COMENDO LOBO ... UM SACANEANDO O OUTRO ... E O POVO É QUE SE LASCA...
De Brasília - Marcos Coutinho
Foto: Reprodução/Ilustração
A Secretaria de Saúde (SES) ainda não enviou para o Ministério da Saúde os planos dos municípios da Baixada Cuiabana para obtenção de recursos federais destinados à estruturação da rede de atenção às urgências e emergências nas regiões metropolitanas que sediarão os jogos da Copa de 2014. Detalhe: o município de Cuiabá, que já conseguiu a pré-aprovação de seu projeto, corre risco de perder R$ 50 milhões por ano.
"Vale lembrar que o plano de estruturação da rede de atenção às urgências e emergências é resultado da capacidade de gestão e planejamento da Secretaria Municipal de Saúde e da dedicação e esforço de sua equipe técnica. E a demora da SES preocupa muito", declarou uma fonte ouvida pelo Olhar Direto.
A preocupação é pertinente, pois passados mais de 20 dias e a SES ainda não encaminhou o projeto à Brasília.
Depois de décadas sem investimentos de vulto na área da saúde, a decisão do governo federal em transferir recursos para Cuiabá, que já tinha projeto pronto para receber os investimentos, pode representar um enorme salto na qualidade da prestação dos serviços de saúde à população.
A apresentação dos planos dos demais municípios da Baixada Cuiabana ao Ministério das Cidades é prerrogativa essencial para a aprovação do inteiro teor do projeto, conforme ficou acertado na reunião que aprovou o plano de Cuiabá.
"O temor em Cuiabá é de que o processo eleitoral atropele a agenda do governo e a capital acabe ficando sem os recursos", declarou a mesma fonte.
Outro lado
A Secretaria de Saúde rebateu as informações publicadas pelo Olhar Direto e afirmou que o projeto do plano de Mato Grosso já está finalizado e deve ser assinado até o mês de maio, quando vence o prazo. O plano estadual inclusive, teria sido qualificado pelo Ministério da Saúde como excelente, e pode se tornar molde para o restante do país
==> É LOBO COMENDO LOBO ... UM SACANEANDO O OUTRO ... E O POVO É QUE SE LASCA...
sexta-feira, 23 de março de 2012
Prefeitura "privatiza" a gestão do Pronto-Socorro de Cuiabá
MIDIA NEWS Política / SAÚDE PÚBLICA
22.03.2012 17h45 - Atualizado em 23.03.2012 09h54
Assessoria foi contratada por R$ 190 mil mensais; vereadores protestamMidiaNews/Reprodução
Lamartine Godoy (detalhe) confirmou a gestão privada do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá
ANA ADÉLIA JÁCOMO
DA REDAÇÃO
A partir de 2 de abril próximo, o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá será gerido pela empresa IGSR Assessoria e Consultoria Empresarial. Toda a diretoria do hospital será substituída, e a Prefeitura vai gastar R$ 190 mil mensais com a medida.
O secretário municipal de Saúde, Lamartine Godoy, confirmou a contratação e, em entrevista ao MidiaNews, nesta quinta-feira (22), disse que o objetivo da negociação é "aperfeiçoar" o atendimento aos pacientes e melhorar o faturamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O processo licitatório teria sido feito em 9 de março.
“A empresa vai fazer a gestão administrativa. Recebemos R$ 1 milhão do SUS, mas gastamos R$ 6 milhões. Por isso, os técnicos são necessários”, explicou.
Segundo Godoy, o processo licitatório foi realizado no dia 9 deste mês e, no mês que vem, cerca de 10 pessoas serão incorporadas ao sistema administrativo do hospital municipal.
O secretário garantiu que o Pronto-Socorro vai continuar sob a responsabilidade do Município e que nenhum funcionário, além daqueles que exercem cargos de diretoria, será substituído.
“Vamos trocar toda a diretoria. Haverá controladoria, diretores técnicos e consultoria”, disse.
Lamartine Godoy disse que a contratação da IGSR é bem diferente da medida adotada pela Secretaria de Estado da Saúde, que contratou Organizações Sociais de Saúde (OSS) para gerir os hospitais regionais de Mato Grosso.
Ele explicou que, no caso da OSS, o Estado passa toda gerência para uma iniciativa privada e apenas faz o pagamento.
Já no caso do Pronto-Socorro da Capital, apenas o setor administrativo será feito por uma empresa. “Precisávamos de uma equipe mais técnica e essa empresa sabe gerir um hospital”, completou.
Protesto na Câmara
Na sessão ordinária desta quinta-feira, na Câmara Municipal, contudo, o vereador Toninho de Souza (PSD) apresentou em Plenário um requerimento, pedindo informações à Procuradoria Geral do Município (PGM) sobre o contrato que a Prefeitura fez com a empresa para a gestão do hospital municipal.
“O prefeito tem que explicar isso. Ou vai querer fazer como fez com os cemitérios?”, ques tionou o vereador, se referindo a reportagem do site MidiaJur, que revelou a decisão do Palácio Alencastro de "privatizar" os locais, transferindo a gestão para três funerárias da Capital. Clique AQUI e entenda o caso.
O vereador Lúdio Cabral (PT) revelou que a vice-presidente do Conselho Municipal de Saúde, Maria Ângela Conceição, comunicou que os funcionários do Pronto-Socorro estão muito preocupados, uma vez que teriam sido informados superficialmente sobre a medida.
A direção do Pronto-Socorro teria feito um comunicado aos trabalhadores, informando apenas que a IGSR vai gerenciar as atividades e que um contrato já teria sido fechado com o prefeito Chico Galindo (PTB).
“Fizeram licitação? Se no caso das OSS, já tinha questionamentos, o que dizer desse?", observou Cabral, que disse ser contra uma empresa privada para gerir a unidade sanitária.
A IGSR presta serviços para os hospitais São Mateus e Santa Rosa, em Cuiabá.
==> MAIS UMA VEZ NA CALADA DA NOITE A SMS DE CUIABA DE MODO SUSPEITO ADOTA MEDIDAS VISANDO ENFRAQUECER A GESTÃO PÚBLICA NA SAÚDE. SERÁ QUE NA SECRETARIA NÃO TEM GENTE COMPETENTE´PARA CUIDAR DO PS ?
==> RECURSOS PARA PRIVATIZAR NÃO FALTAM .... MAS MATERIAL, MEDICAMENTOS , EQUIPAMENTOS, ETC ... AÍ FALTA TUDO. FALTA MUITO É VERGONHA NA CARA DESSES PSEUDO - GESTORES PUBLICOS.
==> A ULTIMA LINHA DA NOTÍCIA FOI SUBLINHADA PORQUE MERECE ATENÇÃO ESPECIAL ...
22.03.2012 17h45 - Atualizado em 23.03.2012 09h54
Assessoria foi contratada por R$ 190 mil mensais; vereadores protestamMidiaNews/Reprodução
Lamartine Godoy (detalhe) confirmou a gestão privada do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá
ANA ADÉLIA JÁCOMO
DA REDAÇÃO
A partir de 2 de abril próximo, o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá será gerido pela empresa IGSR Assessoria e Consultoria Empresarial. Toda a diretoria do hospital será substituída, e a Prefeitura vai gastar R$ 190 mil mensais com a medida.
O secretário municipal de Saúde, Lamartine Godoy, confirmou a contratação e, em entrevista ao MidiaNews, nesta quinta-feira (22), disse que o objetivo da negociação é "aperfeiçoar" o atendimento aos pacientes e melhorar o faturamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O processo licitatório teria sido feito em 9 de março.
“A empresa vai fazer a gestão administrativa. Recebemos R$ 1 milhão do SUS, mas gastamos R$ 6 milhões. Por isso, os técnicos são necessários”, explicou.
Segundo Godoy, o processo licitatório foi realizado no dia 9 deste mês e, no mês que vem, cerca de 10 pessoas serão incorporadas ao sistema administrativo do hospital municipal.
O secretário garantiu que o Pronto-Socorro vai continuar sob a responsabilidade do Município e que nenhum funcionário, além daqueles que exercem cargos de diretoria, será substituído.
“Vamos trocar toda a diretoria. Haverá controladoria, diretores técnicos e consultoria”, disse.
Lamartine Godoy disse que a contratação da IGSR é bem diferente da medida adotada pela Secretaria de Estado da Saúde, que contratou Organizações Sociais de Saúde (OSS) para gerir os hospitais regionais de Mato Grosso.
Ele explicou que, no caso da OSS, o Estado passa toda gerência para uma iniciativa privada e apenas faz o pagamento.
Já no caso do Pronto-Socorro da Capital, apenas o setor administrativo será feito por uma empresa. “Precisávamos de uma equipe mais técnica e essa empresa sabe gerir um hospital”, completou.
Protesto na Câmara
Na sessão ordinária desta quinta-feira, na Câmara Municipal, contudo, o vereador Toninho de Souza (PSD) apresentou em Plenário um requerimento, pedindo informações à Procuradoria Geral do Município (PGM) sobre o contrato que a Prefeitura fez com a empresa para a gestão do hospital municipal.
“O prefeito tem que explicar isso. Ou vai querer fazer como fez com os cemitérios?”, ques tionou o vereador, se referindo a reportagem do site MidiaJur, que revelou a decisão do Palácio Alencastro de "privatizar" os locais, transferindo a gestão para três funerárias da Capital. Clique AQUI e entenda o caso.
O vereador Lúdio Cabral (PT) revelou que a vice-presidente do Conselho Municipal de Saúde, Maria Ângela Conceição, comunicou que os funcionários do Pronto-Socorro estão muito preocupados, uma vez que teriam sido informados superficialmente sobre a medida.
A direção do Pronto-Socorro teria feito um comunicado aos trabalhadores, informando apenas que a IGSR vai gerenciar as atividades e que um contrato já teria sido fechado com o prefeito Chico Galindo (PTB).
“Fizeram licitação? Se no caso das OSS, já tinha questionamentos, o que dizer desse?", observou Cabral, que disse ser contra uma empresa privada para gerir a unidade sanitária.
A IGSR presta serviços para os hospitais São Mateus e Santa Rosa, em Cuiabá.
==> MAIS UMA VEZ NA CALADA DA NOITE A SMS DE CUIABA DE MODO SUSPEITO ADOTA MEDIDAS VISANDO ENFRAQUECER A GESTÃO PÚBLICA NA SAÚDE. SERÁ QUE NA SECRETARIA NÃO TEM GENTE COMPETENTE´PARA CUIDAR DO PS ?
==> RECURSOS PARA PRIVATIZAR NÃO FALTAM .... MAS MATERIAL, MEDICAMENTOS , EQUIPAMENTOS, ETC ... AÍ FALTA TUDO. FALTA MUITO É VERGONHA NA CARA DESSES PSEUDO - GESTORES PUBLICOS.
==> A ULTIMA LINHA DA NOTÍCIA FOI SUBLINHADA PORQUE MERECE ATENÇÃO ESPECIAL ...
terça-feira, 20 de março de 2012
Atropelada por um motorista embriagado na semana passada, a estudante Kennya Foscarine agora sofre no PS de Cuiabá
Duas vezes vítima
DIÁRIO DE CUIABA 20/03/2012
PEDRO ALVES/DC
JOANICE DE DEUS
Da Reportagem
Vítima de atropelamento na tarde da última quinta-feira (15), a estudante Kennya Rejane Foscarine, 16 anos, continuava internada ontem pela manhã no pronto-socorro de Cuiabá à espera de uma cirurgia no braço esquerdo. Kennya e um garoto de 13 anos foram atingidos por um carro conduzido por Frank Rademar de Almeida, 36 anos, que estava visivelmente embriagado e não portava carteira de habilitação.
O acidente aconteceu nas proximidades da Escola Estadual Pascoal Ramos, localizada no bairro de mesmo nome, periferia da Capital. O menino foi atendido na policlínica do bairro, liberado e passa bem.
Já familiares de Kennya, inconformados com a forma de atendimento no pronto-socorro, recorreram ao Ministério Público para pedir a transferência de Kennya para outra unidade hospitalar.
A mãe da estudante, Marlene Foscarine, informou que ainda no final de semana a Justiça concedeu liminar determinando a transferência para um hospital conveniado ou privado com custos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Conseguimos a liminar, mas a administração do pronto-socorro está descumprindo. Minha filha ficou desde a sexta-feira no quarto andar e lá não aparece médico, e só prescreve medicamento ouvindo o relato dos enfermeiros”, reclamou.
Segundo Marlene Foscarine, ontem a adolescente estava em uma maca no corredor próximo ao setor de emergência. “Pelo menos pelo corredor passa médico”, comentou. Além de várias escoriações pelo corpo, Kennya sofreu fraturas nos dois braços, na bacia e um corte profundo que necessitou de 21 pontos.
Por meio da assessoria de imprensa, o secretário-adjunto de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, Huarck Correa, garantiu que estava sendo verificada a disponibilidade de vagas para a transferência de Kennya, possivelmente para o Hospital Geral Universitário (HGU). A SMS negou falta de atendimento à garota, que estaria recebendo o acompanhamento e avaliações médicas diárias.
Já a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que Frank Almeida foi preso em flagrante e encaminhado para o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), que fica no bairro Carumbé. Ele irá responder a processo por lesões corporais contra duas pessoas, por omissão de socorro, por dirigir sem carteira de habilitação e por dano ao patrimônio público, já que também atingiu o muro de uma outra escola.
Na escola Pascoal Ramos, uma das preocupações era com a possibilidade da ocorrência de outros acidentes. Conforme o professor Waldemar Gomes, o fluxo de carros nas proximidades da unidade é expressivo, especialmente no horário de entrada e saída dos alunos. “Talvez a instalação de mais um quebra-mola e a melhoria da sinalização, ajudasse a minimizar o problema”, disse.
CUIABA TEM UM DOS TRANSITOS MAIS VIOLENTOS DO BRASIL. É INACEITÁVEL QUE NÃO HAJA UMA AÇÃO CONCENTRADA DE FISCALIZAÇÃO ESPECIALMENTE NOS FINS DE SEMANA E VOLTADA PARA O CUMPRIMENTO DA "LEI SÊCA" . OU NÃO SE PODE INCOMODAR OS "FILHINHOS DE PAPAI" QUE ENCHEM A CARA E SAEM QUE NEM LOUCOS POR AÍ ?
DIÁRIO DE CUIABA 20/03/2012
PEDRO ALVES/DC
JOANICE DE DEUS
Da Reportagem
Vítima de atropelamento na tarde da última quinta-feira (15), a estudante Kennya Rejane Foscarine, 16 anos, continuava internada ontem pela manhã no pronto-socorro de Cuiabá à espera de uma cirurgia no braço esquerdo. Kennya e um garoto de 13 anos foram atingidos por um carro conduzido por Frank Rademar de Almeida, 36 anos, que estava visivelmente embriagado e não portava carteira de habilitação.
O acidente aconteceu nas proximidades da Escola Estadual Pascoal Ramos, localizada no bairro de mesmo nome, periferia da Capital. O menino foi atendido na policlínica do bairro, liberado e passa bem.
Já familiares de Kennya, inconformados com a forma de atendimento no pronto-socorro, recorreram ao Ministério Público para pedir a transferência de Kennya para outra unidade hospitalar.
A mãe da estudante, Marlene Foscarine, informou que ainda no final de semana a Justiça concedeu liminar determinando a transferência para um hospital conveniado ou privado com custos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Conseguimos a liminar, mas a administração do pronto-socorro está descumprindo. Minha filha ficou desde a sexta-feira no quarto andar e lá não aparece médico, e só prescreve medicamento ouvindo o relato dos enfermeiros”, reclamou.
Segundo Marlene Foscarine, ontem a adolescente estava em uma maca no corredor próximo ao setor de emergência. “Pelo menos pelo corredor passa médico”, comentou. Além de várias escoriações pelo corpo, Kennya sofreu fraturas nos dois braços, na bacia e um corte profundo que necessitou de 21 pontos.
Por meio da assessoria de imprensa, o secretário-adjunto de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, Huarck Correa, garantiu que estava sendo verificada a disponibilidade de vagas para a transferência de Kennya, possivelmente para o Hospital Geral Universitário (HGU). A SMS negou falta de atendimento à garota, que estaria recebendo o acompanhamento e avaliações médicas diárias.
Já a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que Frank Almeida foi preso em flagrante e encaminhado para o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), que fica no bairro Carumbé. Ele irá responder a processo por lesões corporais contra duas pessoas, por omissão de socorro, por dirigir sem carteira de habilitação e por dano ao patrimônio público, já que também atingiu o muro de uma outra escola.
Na escola Pascoal Ramos, uma das preocupações era com a possibilidade da ocorrência de outros acidentes. Conforme o professor Waldemar Gomes, o fluxo de carros nas proximidades da unidade é expressivo, especialmente no horário de entrada e saída dos alunos. “Talvez a instalação de mais um quebra-mola e a melhoria da sinalização, ajudasse a minimizar o problema”, disse.
CUIABA TEM UM DOS TRANSITOS MAIS VIOLENTOS DO BRASIL. É INACEITÁVEL QUE NÃO HAJA UMA AÇÃO CONCENTRADA DE FISCALIZAÇÃO ESPECIALMENTE NOS FINS DE SEMANA E VOLTADA PARA O CUMPRIMENTO DA "LEI SÊCA" . OU NÃO SE PODE INCOMODAR OS "FILHINHOS DE PAPAI" QUE ENCHEM A CARA E SAEM QUE NEM LOUCOS POR AÍ ?
MPE quer bloquear a conta do Estado
Acusado de reter recursos da saúde, o governo do Estado corre o risco de ter R$ 3,5 milhões seqüestrados de seus cofres
Ministério Público Estadual: municípios estão sofrendo sem o repasse de recursos da Saúde
ALECY ALVES
Da Reportagem
Acusado de reter recursos da saúde, o governo do Estado corre o risco de ter R$ 3,5 milhões seqüestrados de seus cofres a qualquer momento para assegurar a melhoria dos serviços desse setor oferecidos em seis municípios da região do Araguaia.
O montante, conforme a ação civil protocolada pelo promotor de Justiça de Barra do Garças, Marcos Brant Gambier Costa, refere-se aos resíduos dos valores recebidos do Sistema Único de Saúde (SUS) que vem sendo retidos no Estado desde 2009.
Os municípios prejudicados, ou seja, dos quais o governo tirou o dinheiro, são Barra do Garças, Torixoréu, Pontal do Araguaia, Araguaiana, Ribeirãozinho e General Carneiro. O promotor pede à Justiça a antecipação de tutela, quer dizer, o deposito imediato do dinheiro até que o mérito da ação seja julgado, e que a aplicação das verbas seja condicionada aos serviços de saúde.
A reivindicação do representante do Ministério Público é para que os R$ 3,5 milhões sejam obrigatoriamente aplicados nos programas saúde da família, serviços de média e alta complexidade, de urgência e emergência, de saúde bucal, assistência farmacêutica e no apoio à implementação do consórcio intermunicipal de saúde e à saúde comunitária e assentados rurais.
“Em se tratando de recursos que repercutem na saúde, no âmbito do sistema público, não pode o Estado suspender, retardar ou deixar de efetuar com regularidade os repasses devidos”, assinala Marcos Brant.
Ele ainda quer assegurar judicialmente a regularidade dos repasses, integral, sempre dentro do respectivo mês de vencimento, sem atrasos e de forma automática, para que os municípios possam fazer planejamento do gasto. “A 'gangorra orçamentária', que muito tem atormentado os gestores de saúde no nível municipal, precisa acabar”, disse o promotor de Justiça.
O atraso ou retenção de verbas, reclamou, implica na precariedade e mesmo no não oferecimento dos serviços de saúde, além da humilhação dos pacientes usuários SUS, gerando constrangimento e a ofensa à dignidade das pessoas.
Conforme o promotor de Justiça, antes de ingressar com essa ação contra o Estado, o Ministério Público tentou resolver o problema extrajudicialmente, mas não obteve êxito. Foram expedidos ofícios e duas notificações recomendatórias ao Estado, sendo que a última sequer foi respondida, afirma ele.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que o governador Silval Barbosa já autorizou a liberação de R$ 80 milhões ao setor da saúde para quitar dívidas e que isso inclui o pagamento de diferenças de repasses aos municípios.
O GOVERNO DE MATO GROSSO É UZEIRO E VEZEIRO EM RETER ESSES REPASSES FINANCEIROS DESTINADOS AOS MUNICÍPIOS. MUITAS LIBERAÇÕES OBEDECEM CRITÉRIOS POLÍTICOS ... OU DE OUTRAS NATUREZAS ...
Ministério Público Estadual: municípios estão sofrendo sem o repasse de recursos da Saúde
ALECY ALVES
Da Reportagem
Acusado de reter recursos da saúde, o governo do Estado corre o risco de ter R$ 3,5 milhões seqüestrados de seus cofres a qualquer momento para assegurar a melhoria dos serviços desse setor oferecidos em seis municípios da região do Araguaia.
O montante, conforme a ação civil protocolada pelo promotor de Justiça de Barra do Garças, Marcos Brant Gambier Costa, refere-se aos resíduos dos valores recebidos do Sistema Único de Saúde (SUS) que vem sendo retidos no Estado desde 2009.
Os municípios prejudicados, ou seja, dos quais o governo tirou o dinheiro, são Barra do Garças, Torixoréu, Pontal do Araguaia, Araguaiana, Ribeirãozinho e General Carneiro. O promotor pede à Justiça a antecipação de tutela, quer dizer, o deposito imediato do dinheiro até que o mérito da ação seja julgado, e que a aplicação das verbas seja condicionada aos serviços de saúde.
A reivindicação do representante do Ministério Público é para que os R$ 3,5 milhões sejam obrigatoriamente aplicados nos programas saúde da família, serviços de média e alta complexidade, de urgência e emergência, de saúde bucal, assistência farmacêutica e no apoio à implementação do consórcio intermunicipal de saúde e à saúde comunitária e assentados rurais.
“Em se tratando de recursos que repercutem na saúde, no âmbito do sistema público, não pode o Estado suspender, retardar ou deixar de efetuar com regularidade os repasses devidos”, assinala Marcos Brant.
Ele ainda quer assegurar judicialmente a regularidade dos repasses, integral, sempre dentro do respectivo mês de vencimento, sem atrasos e de forma automática, para que os municípios possam fazer planejamento do gasto. “A 'gangorra orçamentária', que muito tem atormentado os gestores de saúde no nível municipal, precisa acabar”, disse o promotor de Justiça.
O atraso ou retenção de verbas, reclamou, implica na precariedade e mesmo no não oferecimento dos serviços de saúde, além da humilhação dos pacientes usuários SUS, gerando constrangimento e a ofensa à dignidade das pessoas.
Conforme o promotor de Justiça, antes de ingressar com essa ação contra o Estado, o Ministério Público tentou resolver o problema extrajudicialmente, mas não obteve êxito. Foram expedidos ofícios e duas notificações recomendatórias ao Estado, sendo que a última sequer foi respondida, afirma ele.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que o governador Silval Barbosa já autorizou a liberação de R$ 80 milhões ao setor da saúde para quitar dívidas e que isso inclui o pagamento de diferenças de repasses aos municípios.
O GOVERNO DE MATO GROSSO É UZEIRO E VEZEIRO EM RETER ESSES REPASSES FINANCEIROS DESTINADOS AOS MUNICÍPIOS. MUITAS LIBERAÇÕES OBEDECEM CRITÉRIOS POLÍTICOS ... OU DE OUTRAS NATUREZAS ...
sexta-feira, 16 de março de 2012
Vereador critica secretário por falta de médicos em policlínicas
RD NEWS SAÚDE | 15/03/2012 - 21:15
Nayara Araújo
De olho no pleito deste ano, o vereador por Cuiabá Washington Barbosa, o pastor Washington (PRB), teceu duras críticas ao secretário de Saúde, Lamartine Godóy. Na ocasião, o parlamentar classificou de “retrato do descaso” a ausência de profissionais nas policlínicas e cobrou explicações sob ameaça de recorrer até mesmo ao prefeito Chico Galindo (PTB) para amenizar o transtorno aos pacientes.
“Vou recorrer ao Executivo e ainda pedir explicações ao Lamartine Godóy, em plenário, pois do jeito que está não pode ficar. A população tem direito à dignidade!”. Em tom enfático, o vereador chegou a dizer que o secretário não está empenhado em resolver os problemas.
Ele também disse que, diante da inatividade do gestor, os cuiabanos estão literalmente à espera de um milagre. “O déficit de 25 médicos nas policlínicas de Cuiabá tem causado verdadeiro pânico na população, a situação caótica tem deixado centenas de pacientes à espera de um milagre”. Ele enfatizou que, muitas vezes, os governos dão prioridade para outros setores e esquecem da saúde pública.
O vereador mencionou a demora na conclusão do Hospital Central de Cuiabá como um exemplo do descaso da saúde pública. Para ele, a finalização das obras seria uma possível solução para a atual crise. “Enquanto não existir um pronto-socorro Estadual na Capital com todas as especialidades exigidas para atender a demanda de pacientes de toda s as regiões, infelizmente o problema continuará se estendendo”, finalizou.
==> ATÉ QUE ENFIM O VEREADOR COMEÇOU A ENXERGAR ... SE NÃO FOR DEMAGOGIA , PARABÉNS.
O CULPADO SEMPRE É O MORDOMO, NUNCA É O PATRÃO....
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“Triagem” foi feita pelo porteiro
JARDEL ARRUDA
Da Reportagem
A dona-de-casa Jocilene de Carvalho Pereira, 43, que morreu de infarto em uma calçada de Cuiabá, teria sido impedida de entrar no Pronto-Socorro (PS) da Capital por um porteiro da instituição. Ele teria considerado a mulher “bem de saúde”, se irritado com a impaciência dela e a mandado procurar uma policlínica.
Ou seja, a triagem responsável pela classificação de risco, a qual determina se um paciente deve ser atendido no Pronto Socorro ou pode aguardar na fila, teria sido feita por um profissional sem a capacitação médica necessária.
“Nós estávamos desesperados. A gente falava que era sério, mas ele (o porteiro) disse que era para procurarmos outro lugar e que lá não tinha médico. Ele notou a impaciência dela e se irritou”, conta Fabrício de Carvalho, 25, sobrinho de Jocilene. De acordo com ele, o funcionário nem permitiu a entrada na recepção do PS.
Foi Fabrício que acompanhou a tia, na terça-feira (12), em busca de atendimento médico no PS e em várias policlínicas de Cuiabá, até ela sofrer um infarto em uma calçada da Avenida Miguel Sutil. Ele ainda tentou reanimá-la até a chegada de socorro.
Indignado com o acontecido, ele salienta o fato de, pouco tempo depois, Jocilene ter sido atendida por uma equipe médica no pronto-socorro, ao ser levada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No entanto, ela já havia falecido vítima de infarto. “Ela teria sobrevivido se tivesse sido atendida antes”, lamenta.
A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Cuiabá diz estar investigando se houve um erro no atendimento. No caso de a falha ser constatada, o próximo passo será identificar o funcionário responsável pelo ato.
Ainda de acordo com a SMS, a entrada de pacientes no Pronto Socorro é permitida mesmo fora de um carro oficial, como ambulância e viaturas da polícia. Contudo, para ser atendida, a pessoa deve passar por uma triagem feita na recepção, chamada de Acolhimento de Classificação de Risco.
Entretanto, para evitar qualquer problema, a Secretaria de Saúde orienta a população a chamar o Samu antes de procurar atendimento de urgência e emergência na rede municipal. Dessa forma, se o paciente realmente necessitar, será levado de “forma referenciada” ao pronto-socorro.
==> POIS É , SEMPRE ESTOURA NO MAIS FRACO. SERÁ QUE OS PORTEIROS É QUE DEFINEM AS ROTINAS NO PRONTO - SOCORRO DE CUIABÁ? OU É O CONJUNTO DOS DIRETORES ?
==> AH, O CULPADO TAMBÉM É O POVO, COM ESSA MANIA DE FICAR DOENTE E ATÉ MORRER.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Mulher barrada no pronto-socorro morre em calçada
DIARIO DE CUIABA
ALECY ALVES
Da Reportagem
Depois de percorrer quatro unidades de saúde sem receber atendimento de emergência, a dona de casa Jocilene de Carvalho Pereira, 43 anos, morreu de infarto sobre a calçada da Avenida Miguel Sutil (Perimetral), enquanto o sobrinho tentava reanimá-la com massagens.
Essa tragédia, conseqüência da burocracia e precariedade do sistema público de saúde, aconteceu em Cuiabá, no início da tarde de segunda-feira, dia 12.
O pai de Jocilene, Nilton de Carvalho, 69 anos, conta que a filha chegou à casa dele pela manhã, reclamando de formigamento no braço esquerdo e dores no peito e abdôme. Ela disse ao pai que já havia procurado o centro de saúde do bairro Cidade Alta, onde mora, e a policlínica do Verdão.
Sobre a primeira unidade, lembra “seu” Nilton, a filha relatou que não havia médico. Já na policlínica, diz, teria ouvido que poderia ser uma intoxicação alimentar. A mãe de Jocilene, Neide da Costa Carvalho, a orientou a procurar o pronto-socorro imediatamente.
Barrada no portão no PSMC porque estava em um veículo particular e não em viatura de resgate como Samu, Bombeiros, polícia ou mesmo ambulância, Jocilene foi levada para a Policlínica do Planalto, onde também não teria médico, segundo os parentes dela.
Quando retornava para a casa dos pais, que fica no bairro Verdão, na Avenida Perimetral, próximo ao trevo de acesso ao bairro, ela teve um ataque cardíaco. Um sobrinho que a acompanhava a retirou do carro e começou a massageá-la, enquanto o Serviço Móvel de Urgência Médica (Samu) era acionado.
Dessa vez, no carro de resgate, Jocilene deu entrada no Pronto Socorro, porém já era tarde demais. Nada pôde ser feito porque a dona de casa já estava morta. A família desconhecia o sistema de atendimento do PSM, implantado há mais de ano, que bloqueia o acesso de veículos particulares com pessoas doentes.
Inconformada, Neide Carvalho custa a acreditar que a filha morreu “assim, a míngua, na rua”, lamenta a mãe, observando que jamais passou pela cabeça dela que perderia uma filha assim.
Nilton lembra que a filha era saudável, jamais apresentara sintomas que pudesse indicar a presença de algum problema cardíaco. Jocilene morreu sem conhecer a primeira neta, filha de Paloma Carvalho, sua filha do meio, que nasceu nesta terça-feira, poucas horas depois do enterro da avó.
A família deve registrar um boletim de ocorrência ainda hoje na polícia, enquanto analisa a possibilidade de acionar judicialmente o Município.
Na policlínica do Verdão não há registro de entrada da paciente. A coordenadora da unidade, Camila Louzada, disse que o nome de Jocilene não aparece no livro do ambulatório e tampouco em prontuário da ala de Pronto Atendimento (PA).
Na Policlínica do Planalto, Jocilene chegou a fazer a ficha, mas quando foi chamada para passar pelo sistema de classificação de risco, ou seja, verificar se o caso era uma emergência ou ambulatorial, não estava mais na unidade, conforme a assessoria de imprensa da SMS. Hoje a Secretaria deve continuar apurando o que aconteceu nessa busca seqüenciada por atendimento, conforme a assessoria.
==> JÁ SABEMOS O QUE VAI ACONTECER : O CRM VAI FAZER UMA RIGOROSA APURAÇÃO ... QUE NÃO VAI DAR EM NADA..... A SECRETARIA VAI FAZER UMA DETALHADA APURAÇÃO...QUE NÃO VAI DAR EM NADA ... O MINISTÉRIO PÚBLICO VAI FAZER UMA RIGOROSÍSSIMA INVESTIGAÇÃO ... QUE NUNCA DÁ EM NADA.
ENQUANTO ISSO, O POVO SEGUE SENDO TRATADO COM DESPREZO. ATÉ QUANDO ? DAQUI A POUCO O POVO SE CANSA E PODE COMEÇAR A FAZER JUSTIÇA COM SEUS PRÓPRIOS MEIOS. TALVEZ DÊ MAIS RESULTADOS .
ALECY ALVES
Da Reportagem
Depois de percorrer quatro unidades de saúde sem receber atendimento de emergência, a dona de casa Jocilene de Carvalho Pereira, 43 anos, morreu de infarto sobre a calçada da Avenida Miguel Sutil (Perimetral), enquanto o sobrinho tentava reanimá-la com massagens.
Essa tragédia, conseqüência da burocracia e precariedade do sistema público de saúde, aconteceu em Cuiabá, no início da tarde de segunda-feira, dia 12.
O pai de Jocilene, Nilton de Carvalho, 69 anos, conta que a filha chegou à casa dele pela manhã, reclamando de formigamento no braço esquerdo e dores no peito e abdôme. Ela disse ao pai que já havia procurado o centro de saúde do bairro Cidade Alta, onde mora, e a policlínica do Verdão.
Sobre a primeira unidade, lembra “seu” Nilton, a filha relatou que não havia médico. Já na policlínica, diz, teria ouvido que poderia ser uma intoxicação alimentar. A mãe de Jocilene, Neide da Costa Carvalho, a orientou a procurar o pronto-socorro imediatamente.
Barrada no portão no PSMC porque estava em um veículo particular e não em viatura de resgate como Samu, Bombeiros, polícia ou mesmo ambulância, Jocilene foi levada para a Policlínica do Planalto, onde também não teria médico, segundo os parentes dela.
Quando retornava para a casa dos pais, que fica no bairro Verdão, na Avenida Perimetral, próximo ao trevo de acesso ao bairro, ela teve um ataque cardíaco. Um sobrinho que a acompanhava a retirou do carro e começou a massageá-la, enquanto o Serviço Móvel de Urgência Médica (Samu) era acionado.
Dessa vez, no carro de resgate, Jocilene deu entrada no Pronto Socorro, porém já era tarde demais. Nada pôde ser feito porque a dona de casa já estava morta. A família desconhecia o sistema de atendimento do PSM, implantado há mais de ano, que bloqueia o acesso de veículos particulares com pessoas doentes.
Inconformada, Neide Carvalho custa a acreditar que a filha morreu “assim, a míngua, na rua”, lamenta a mãe, observando que jamais passou pela cabeça dela que perderia uma filha assim.
Nilton lembra que a filha era saudável, jamais apresentara sintomas que pudesse indicar a presença de algum problema cardíaco. Jocilene morreu sem conhecer a primeira neta, filha de Paloma Carvalho, sua filha do meio, que nasceu nesta terça-feira, poucas horas depois do enterro da avó.
A família deve registrar um boletim de ocorrência ainda hoje na polícia, enquanto analisa a possibilidade de acionar judicialmente o Município.
Na policlínica do Verdão não há registro de entrada da paciente. A coordenadora da unidade, Camila Louzada, disse que o nome de Jocilene não aparece no livro do ambulatório e tampouco em prontuário da ala de Pronto Atendimento (PA).
Na Policlínica do Planalto, Jocilene chegou a fazer a ficha, mas quando foi chamada para passar pelo sistema de classificação de risco, ou seja, verificar se o caso era uma emergência ou ambulatorial, não estava mais na unidade, conforme a assessoria de imprensa da SMS. Hoje a Secretaria deve continuar apurando o que aconteceu nessa busca seqüenciada por atendimento, conforme a assessoria.
==> JÁ SABEMOS O QUE VAI ACONTECER : O CRM VAI FAZER UMA RIGOROSA APURAÇÃO ... QUE NÃO VAI DAR EM NADA..... A SECRETARIA VAI FAZER UMA DETALHADA APURAÇÃO...QUE NÃO VAI DAR EM NADA ... O MINISTÉRIO PÚBLICO VAI FAZER UMA RIGOROSÍSSIMA INVESTIGAÇÃO ... QUE NUNCA DÁ EM NADA.
ENQUANTO ISSO, O POVO SEGUE SENDO TRATADO COM DESPREZO. ATÉ QUANDO ? DAQUI A POUCO O POVO SE CANSA E PODE COMEÇAR A FAZER JUSTIÇA COM SEUS PRÓPRIOS MEIOS. TALVEZ DÊ MAIS RESULTADOS .
quarta-feira, 14 de março de 2012
Banheiros interditados, mau cheiro e até ratos na estrutura da Secretaria de Saúde
14/03/2012 - 09h04
Redação 24 Horas News
O caos na saúde pública bate a porta da Secretaria de Estado de Saúde, que beira o colapso. Servidores denunciaram o estado de calamidade das instalações no Centro Político Administrativo e dizem que sofrem com a precariedade na estrutura física e organizacional. O mau cheiro é constante, em função dos banheiros entupidos. Eles denunciam ainda que há goteiras e algumas linhas telefônicas estão cortados por falta de pagamento.
A situação é critica. Em contato com a redação de 24 Horas News, eles denunciam até mesmo a falta de itens básicos, como papel higiênico e copos descartáveis, fatores que sinalizam o cenário de descaso. Eles garantem que até ratos circulam nas imediações do prédio da Saúde e pedem socorro.
Segundo relatos encaminhados, inclusive com extenso material fotográfico, só há um responsável: o ex-secretário Pedro Henry, que após um ano a frente da SES entregou o cargo, em janeiro deste ano, alegando problemas de saúde. Henry, agora retornou a Câmara Federal com incumbência de fortalecer a Saúde Pública do Estado.
O adjunto Vander Fernandes, que assumiu a titularidade do cargo, segundo as denúncias, até o momento, ainda não proporcionou melhorias na estrutura. Há fortes críticas contra o secretário. Eles dizem que Vander, em verdade, apenas segue as orientações de Henry.
Por outro lado, a assessoria da SES nega que haja qualquer irregularidade, e, garante que as denúncias são infundadas e partem de um grupo de servidores que estão preocupados em denegrir a imagem da secretaria e do Governo. “A SES passou por dificuldades, mas tudo foi resolvido. Imagina, não existe nada disso, nem nunca houve, são denúncias levianas” - comentou a assessoria.
Ainda conforme a SES, a última crise gerenciada pela pasta foi com relação à empresa Exact Serviços de Higienização, que em 2011 esteve com salários atrasados em detrimento da falta de repasse por parte do Governo. Quanto a isso, assessoria garantiu que o Estado já abriu a suplementação orçamentária para a empresa e renovou o contrato com ela por mais um ano. Informa que os recursos já foram locados para quitar todas as pendências e que o pagamento.
A PRESENÇA DE UM TIPO MUITO ESPECIAL DE RATAZANAS GORDAS E BEM NUTRIDAS NÃO É NOVIDADE NA SES – MT.
A QUE PONTO CHEGOU A DEGRADAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA EM NOSSO ESTADO. É UM TOTAL DESRESPEITO AOS SERVIDORES DA CASA.
Redação 24 Horas News
O caos na saúde pública bate a porta da Secretaria de Estado de Saúde, que beira o colapso. Servidores denunciaram o estado de calamidade das instalações no Centro Político Administrativo e dizem que sofrem com a precariedade na estrutura física e organizacional. O mau cheiro é constante, em função dos banheiros entupidos. Eles denunciam ainda que há goteiras e algumas linhas telefônicas estão cortados por falta de pagamento.
A situação é critica. Em contato com a redação de 24 Horas News, eles denunciam até mesmo a falta de itens básicos, como papel higiênico e copos descartáveis, fatores que sinalizam o cenário de descaso. Eles garantem que até ratos circulam nas imediações do prédio da Saúde e pedem socorro.
Segundo relatos encaminhados, inclusive com extenso material fotográfico, só há um responsável: o ex-secretário Pedro Henry, que após um ano a frente da SES entregou o cargo, em janeiro deste ano, alegando problemas de saúde. Henry, agora retornou a Câmara Federal com incumbência de fortalecer a Saúde Pública do Estado.
O adjunto Vander Fernandes, que assumiu a titularidade do cargo, segundo as denúncias, até o momento, ainda não proporcionou melhorias na estrutura. Há fortes críticas contra o secretário. Eles dizem que Vander, em verdade, apenas segue as orientações de Henry.
Por outro lado, a assessoria da SES nega que haja qualquer irregularidade, e, garante que as denúncias são infundadas e partem de um grupo de servidores que estão preocupados em denegrir a imagem da secretaria e do Governo. “A SES passou por dificuldades, mas tudo foi resolvido. Imagina, não existe nada disso, nem nunca houve, são denúncias levianas” - comentou a assessoria.
Ainda conforme a SES, a última crise gerenciada pela pasta foi com relação à empresa Exact Serviços de Higienização, que em 2011 esteve com salários atrasados em detrimento da falta de repasse por parte do Governo. Quanto a isso, assessoria garantiu que o Estado já abriu a suplementação orçamentária para a empresa e renovou o contrato com ela por mais um ano. Informa que os recursos já foram locados para quitar todas as pendências e que o pagamento.
A PRESENÇA DE UM TIPO MUITO ESPECIAL DE RATAZANAS GORDAS E BEM NUTRIDAS NÃO É NOVIDADE NA SES – MT.
A QUE PONTO CHEGOU A DEGRADAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA EM NOSSO ESTADO. É UM TOTAL DESRESPEITO AOS SERVIDORES DA CASA.
sexta-feira, 9 de março de 2012
União diminuiu repasses do SUS e convênios para MT em 2011
Site: O DOCUMENTO - 08/03/2012
CLÁUDIO MORAES / Da Editoria
CLÁUDIO MORAES / Da Editoria
As duas principais fontes de receita própria do Estado, o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serrviços) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), decepcionaram na estimativa de arrecadação do ano de 2011. O secretário estadual de Fazenda, Edmilson José dos Santos, apresentou os números na tarde de hoje na Assembleia Legislativa durante audiência pública.
Os números apontam que a previsão no ICMS era de R$ 5,171 bilhões, mas só chegou a R$ 4,925 bilhões deixando 4,8%. Já no IPVA, a estimativa era de R$ 315,700 milhões, mas só chegou a R$ 305,700 milhões alcançando 3,2% de déficit.
Outras receitas tiveram crescimento variável de 7,9% a 22%, mas pouco impactaram no caixa do tesouro estadual. Numa comparação entre 2010 e 2011, IPVA e ICMS tiveram aumento respectivo de 9,1% e 17% na arrecadação.
Queda na Saúde
As transferências federais cairam no ano passado. Do previsto de R$ 3,159 bilhões, foram cumpridos R$ 3,080 bilhões. A defasagem entre estimado e arrecadado chegou a 2,5%.
As maiores quedas aconteceram em dois setores estratégicos. Os convênios deixaram de serem cumpridos 35,8%, já que o Estado esperava receber R$ 215,800 milhões mas só chegou R$ 138,500 milhões.
Os repasses do SUS (Sistema Único de Saúde) também foram decepcionantes. Dos R$ 231,600 milhões estimados, apenas R$ 179,700 milhões foram cumpridos num percentual de R$ 22,4%.
Já o FPE (Fundo de Participação dos Estados superou as expectativas em 10,4%. Mato Grosso projetava R$ 1,256 bilhões, mas recbeu R$ 1,386 bilhões
COMENTÁRIO MSD
>> ISSO DEMONSTRA O DESCASO DOS GOVERNANTES COM A SAÚDE DO NOSSO POVO .
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